Vimos que, nos anjos, existe a inclinação ou amor natural, que atrai a vontade para aquilo que os anjos conhecem naturalmente, pelo conhecimento infuso que Deus colocou em seus espíritos quando foram criados. Ora, além deste amor natural, os santos... Continue lendo →
No último texto, vimos que, para São Tomás, é necessário admitir nos anjos algo que se pode nomear de “amor natural”, ou “dileção natural”, como uma inclinação fundamental da própria natureza angélica em direção ao bem. De fato, todos os... Continue lendo →
Deus é amor. É o que nos ensina a Primeira Epístola de João, 4, 8. Se é assim, se amor é o nome mesmo de Deus, deveríamos imaginar que ele deveria ser a característica mais comum, mais profunda, da criação.... Continue lendo →
No último texto, estávamos estudando a relação entre a vontade dos anjos e a sensibilidade, as emoções. Concluímos que os anjos não têm aquilo que chamamos de “apetite concupiscível” e “apetite irascível”, que se relaciona com as inclinações que atingem... Continue lendo →
Vimos, portanto, que os anjos têm vontade, têm-na como uma faculdade distinta do próprio intelecto e da própria natureza, e que têm livre arbítrio. Nosso exame, agora, estende-se até os limites do modo pelo qual os anjos vivenciam sua vontade,... Continue lendo →
Como vimos no texto anterior, o debate aqui é sobre o livre arbítrio dos anjos. Em sua resposta sintetizadora, São Tomás inicia uma bela lição sobre o modo pelo qual as criaturas movem-se para o seu fim. De fato, é... Continue lendo →
Eis uma discussão interessantíssima: sobre o livre arbítrio dos anjos. E, como sempre, estudando o livre arbítrio deles, aprendemos mais sobre o nosso. É interessante lembrar que a noção de livre arbítrio não se confunde com a própria liberdade. A... Continue lendo →
A vontade de Deus confunde-se com sua essência mesma. Como pode ser isto? Isto significa simplesmente dizer que em Deus há identidade perfeita e total entre o que ele é e o que ele quer. A essência de um ser... Continue lendo →
Que os anjos têm vontade é algo que ficou claro no último artigo, que comentamos em dois textos. O debate agora é um pouco mais técnico. O que é, qual a estrutura dessa vontade angelical? Ela é uma faculdade, ou... Continue lendo →