Já vimos, nos dois textos anteriores, o que significa exatamente dizer que Deus reúne em si todas as perfeições – ou melhor, ele é a própria perfeição. A pergunta agora proposta vai no sentido inverso: em que sentido podemos dizer... Continue lendo →
Estabelecida então a perfeição de Deus, como vimos no texto anterior, é preciso pesquisar todas as suas implicações. Se Deus, como princípio causal primeiro, é perfeito em si mesmo, em que medida ele tem em si as perfeições de todos... Continue lendo →
Na ordem estabelecida no prólogo da questão 3, São Tomás nos tinha anunciado que estudaria a simplicidade de Deus, removendo a composição que se encontra nas coisas criadas. Em seguida, ele estudaria a perfeição de Deus, removendo as imperfeições das... Continue lendo →
Este é um artigo muito peculiar, porque São Tomás dá uma “cotovelada” num debatedor, o que ele faz muito poucas vezes em sua obra escrita. Mas por aí podemos perceber que os debates naquela época também tornavam-se inflamados, e os... Continue lendo →
A simplicidade, num ser, é algo muito difícil de imaginar, porque, como vimos no último texto, nossa inteligência está calibrada para conhecer a partir de seres materiais, e também a nossa imaginação lida com seres assim. Não é possível, para... Continue lendo →
Às vezes, quando estou estudando a Suma Teológica, vem em mim um receio de que eu esteja muito preocupado com a racionalização da fé, com um deus filosófico que tem muito pouco a ver com aquele Deus que me ama,... Continue lendo →
Parece sempre muito difícil para nós, seres humanos, não imaginar Deus. E imaginar Deus implica atribuir-lhe atributos que o tornam compreensível para nós, mas que são incompatíveis com o Deus verdadeiro, aquele mesmo de quem São Tomás, explicando as cinco... Continue lendo →
Não devemos perder de vista qual o objetivo de São Tomás ao longo desta questão: provar, por meio das negações, a simplicidade de Deus. Dentro do seu postulado de que de Deus não se pode saber o que é, senão... Continue lendo →
Há artigos da Suma que se mostram ainda mais arredios à nossa maneira atual de pensar; este é um deles. De fato, nossa maneira de conceber a lógica, hoje em dia, está profundamente arraigada numa concepção nominalista, matematicista mesmo, do... Continue lendo →