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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 87

Nossa inteligência pode conhecer os atos da nossa própria vontade? Primeira parte, questão 87, artigo 4, parte 2 de 2.

1. Retomando. Como vimos no texto anterior, todos os seres são dotados de algum tipo de inclinação, mesmo os inanimados. Nos seres vivos, essas inclinações vão sendo somadas àquelas próprias da vida, da sensibilidade e, no caso dos seres humanos,... Continue lendo →

Nossa inteligência pode conhecer os atos da nossa própria vontade? Primeira parte, questão 87, artigo 4, parte 1 de 2.

1. Introdução. Ter consciência de nossas vontades, exercer poder sobre elas, é a base para que possamos desenvolver virtudes. Se não somos capazes de conhecer reflexivamente nossas próprias vontades, então somos guiados pelos apetites, de modo cego; não somos responsáveis... Continue lendo →

Podemos conhecer diretamente nossos próprios atos intelectuais? Primeira parte, questão 87, artigo 3, parte 2 de 2.

1. Retomando. Falávamos, no texto anterior, que o pensamento e a vontade, que são os atos do nosso intelecto, da nossa mente, são atos imanentes, isto é, iniciam-se e completam-se no sujeito mesmo, sem modificar o mundo externo. Os atos... Continue lendo →

Podemos conhecer diretamente nossos próprios atos intelectuais? Primeira parte, questão 87, artigo 3, parte 1 de 2.

1. Introdução. Esta questão, a questão 87, trata do autoconhecimento humano. É um tema, aliás, com enorme atualidade: vivemos numa era de busca de autoconhecimento, de meditações, de cuidado consigo mesmo, e portanto numa era em que o autoconhecimento foi... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 3 de 3.

1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3.

Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3. 1. Voltando. Os antigos platônicos acreditavam que todos os defeitos morais vinham da ignorância científica, ou seja, do desconhecimento das ideias universais... Continue lendo →

Como conhecemos nossas próprias virtudes, vícios e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 1 de 3.

1. Introdução. A noção de hábito, importantíssima para compreender o pensamento de Tomás, é uma das noções que foi profundamente alterada, ou mesmo perdida, para nós, hoje. De fato, para nós, hoje, quando falamos de hábitos falamos de condutas automatizadas,... Continue lendo →

Será que o autoconhecimento é naturalmente inato em nós? Primeira parte, questão 87, artigo 1, parte 4 de 4.

1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, o final da resposta de Tomás quanto ao problema do autoconhecimento, e é impressionante o modo pelo qual Tomás explica a relação entre a nossa corporeidade e nossa espiritualidade, entre a nossa existência... Continue lendo →

Será que o autoconhecimento é naturalmente inato em nós? Primeira parte, questão 87, artigo 1, parte 3 de 4.

1. De volta. Deus se conhece completamente. Nele, não há diferença entre ser e conhecer: ele é o único que pode dizer: penso, logo existo. Não há diferença entre as duas coisas. Os anjos também podem, de certa forma, dizer... Continue lendo →

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