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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

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Questão 84

Será que podemos raciocinar mesmo se estivermos privados dos nossos sentidos? Primeira parte, questão 84, artigo 8, parte 2 de 2.

1. Retomando. Como nós vimos no texto anterior, Aristóteles nos ensina que nossa inteligência raciocina (ou elabora juízos) de dois modos: ela elabora os juízos especulativos, cujo fim é inteligir aquilo que é apreendido pelos nossos sentidos em contato com... Continue lendo →

Será que podemos raciocinar mesmo se estivermos privados dos nossos sentidos? Primeira parte, questão 84, artigo 8, parte 1 de 2.

1. Introdução. Parece claro, então, que o pensamento, mesmo naquilo que tem de mais puramente intelectual, e portanto espiritual, está ainda bastante ligado à memória e à imaginação, como dimensões da chamada “alma sensorial” ou potências relacionadas aos sentidos corporais;... Continue lendo →

Depois que nós inteligimos, precisamos ainda da imaginação para pensar? Primeira parte, questão 84, artigo 7, parte 3 de 3.

1. Retomando. Este assunto relativo à aprendizagem intelectual e à relação entre nosso corpo e nossa alma, quanto à nossa inteligência, é, ao mesmo tempo, sedutor e complexo. Temos a tendência a conceber nossa inteligência como desencarnada, angelical, abstrata, mas,... Continue lendo →

Depois que nós inteligimos, precisamos ainda da imaginação para pensar? Primeira parte, questão 84, artigo 7, parte 2 de 3.

1. Retomando. Somos corporais. Nosso corpo não é prisão da alma, nem castigo, nem um acidente que se une a uma alma que seria completa em si mesma. A nossa alma existe para estruturar um corpo, e nosso corpo para... Continue lendo →

Depois que nós inteligimos, precisamos ainda da imaginação para pensar? Primeira parte, questão 84, artigo 7, parte 1 de 3.

1. Introdução. Nós vimos, quando estudamos os sentidos externos e internos, que temos um sentido comum capaz de formar uma única imagem do objeto que estimulou nossos sentidos, e nossa memória é capaz de reter estas imagens, ou “fantasmas”; ou... Continue lendo →

Será que nosso conhecimento intelectual das coisas materiais naturais deriva do próprio exame delas? Primeira parte, questão 84, artigo 6, parte 3 de 3.

1. Retomando. Este artigo, tão rico, fundamentou, na verdade, todo o desenvolvimento da ciência ocidental, estabelecendo fortes alicerces para a validade do conhecimento empírico e das ciências experimentais. Examinemos, agora, as respostas de Tomás aos argumentos objetores iniciais. 2. Os... Continue lendo →

Será que nosso conhecimento intelectual das coisas materiais naturais deriva do próprio exame delas? Primeira parte, questão 84, artigo 6, parte 2 de 3.

1. Retomando. Vimos, no texto anterior, o debate interessante entre citações de Santo Agostinho, que tendem a admitir algum tipo de iluminação direta do intelecto por Deus, numa linha mais platônica, e uma citação de Aristóteles, de que toda a... Continue lendo →

Será que nosso conhecimento intelectual das coisas materiais naturais deriva do próprio exame delas? Primeira parte, questão 84, artigo 6, parte 1 de 3.

1. Introdução. Vimos, nos textos anteriores, que o nosso conhecimento intelectual das coisas materiais, ou seja, da natureza que nos cerca, não nasce conosco, nem nos é acrescentado por causa de algum “mundo das ideias” externo e anterior ao nosso... Continue lendo →

Quando conhecemos as coisas, fazemos isto pelo conhecimento que o próprio Deus tem delas? Primeira parte, questão 84, artigo 5, parte 3 de 3.

1. De volta. Sabemos que este é um daqueles artigos nos quais, quando terminou a sua resposta sintetizadora, tão precisa e completa, Tomás não sentiu necessidade de oferecer respostas individualizadas porque entendeu que as dúvidas já estavam adequadamente respondidas. Propomos,... Continue lendo →

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