Dissemos, no debate do artigo anterior, que o mal é como que um parasita do bem. Sendo ele um não-ser, uma privação, ele não é um não-ser absoluto, mas uma privação de um bem esperado. Assim, ele depende do bem... Continue lendo →
No artigo anterior, vimos que o mal não é uma natureza, ou seja, um “modo de ser” que determinasse intrinsecamente a existência das coisas, de maneira a torná-las substancialmente más por natureza. Descobrimos que o mal não é uma natureza,... Continue lendo →
No texto anterior, colocamos o debate sobre o mal. A hipótese ali levantada é a de que o mal é uma “natureza”, vale dizer, ele existe efetivamente no plano das coisas, como uma característica que é inscrita nas coisas e... Continue lendo →
O velho problema do dualismo entre o bem e o mal é enfrentado várias vezes na Suma. Já o encontramos na questão 5, quando debatemos o bem em geral, e na questão 6, em que debatemos a bondade de Deus.... Continue lendo →
o texto anterior vimos a hipótese controvertida de que haveria vários universos, e esta hipótese baseia-se na ideia de que, se um é bom, vários seriam ainda melhores. Mas há, aqui, dois graves problemas: 1. A tendência psicológica de fuga... Continue lendo →
Este é um artigo curioso, porque parece tentar resolver, com base nos princípios teológicos e filosóficos que São Tomás tinha, uma questão que, hoje, nos parece muito mais uma questão científica do que filosófica ou teológica. A questão original perguntava... Continue lendo →
No artigo anterior, nós discutimos o problema importantíssimo da diversidade na criação. E vimos de que maneira Tomás legitima a diversidade, mostrando que ela decorre da própria vontade divina. A diversidade, diz Tomás, decorre de que a natureza limitada de... Continue lendo →
No texto anterior, vimos a hipótese controvertida de que a multiplicidade de coisas não vem de Deus, ou seja, segundo esta hipótese, não há legitimidade na diversidade. A diversidade teria outra causa que não Deus; dele viria apenas a uniformidade,... Continue lendo →
A questão do um e do múltiplo ocupam a especulação filosófica desde os tempos mais antigos. A busca do arché, quer dizer, do princípio último que subjaz a toda a realidade e, em última instância a explica, é a busca... Continue lendo →