1. Retomando. Conhecer não é algo como ter todas as coisas, fisicamente, dentro de si. Nem é simplesmente ser similar, ter a mesma estrutura que a outra coisa. A partir destas duas constatações, muitas teorias sobre o conhecer foram criadas;... Continue lendo →
1. Retomando. Para nós, hoje, é muito difícil entender o que significa perguntar se “a alma conhece as coisas por sua essência”. Nossa visão das coisas – e nossa visão do processo de conhecimento, hoje em dia, torna esta pergunta... Continue lendo →
1. Introdução. Quando nós estudamos a parte da Suma Teológica que trata dos anjos, fizemos uma descoberta interessante: os anjos não aprendem; eles já são criados com todo o conhecimento intelectual que precisam. Eles já sabem. A própria essência da... Continue lendo →
1. De volta ao debate. Parece muito claro, então, que é possível a nós, humanos, conhecer intelectualmente este mundo material no qual vivemos e do qual fazemos parte. A chave está nas formas, mas não, como queria Platão, formas existentes... Continue lendo →
1. Retomando o assunto. Vimos, no texto anterior, a importância de compreender muito bem o modo pelo qual podemos conhecer intelectualmente o mundo material, ou seja, as coisas corpóreas que nos cercam; defender isto é defender que somos humanos, temos... Continue lendo →
1. Introdução. Às vezes saio para caminhar com meus cães, e me passa pela cabeça: será que eles estão vendo o mundo como eu estou vendo? Será que eles veem os carros, as árvores, as placas, os muros, percebem o... Continue lendo →
1. Introdução. Depois de todo o debate que ocorreu nesta questão 83, chega, enfim, aquela pergunta que nos interessa profundamente: o livre arbítrio, sendo uma potência, é algo diferente da própria vontade humana, ou será ele a própria vontade humana... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto passado, que o livre arbítrio envolve a capacidade intelectiva e a capacidade volitiva; quer dizer, a nossa capacidade de escolha é uma potência complexa, que envolve nossa inteligência e nossa vontade. Isto, como vimos ali,... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, então, que o livre arbítrio, a rigor, é o ato de discernir e escolher os meios capazes de nos levar aos fins que se impõem à nossa vontade. E que a morte nos preserva o intelecto e... Continue lendo →