Dentre as coisas que compõem o modo humano de conhecer estão os raciocínios. E os raciocínios expressam-se mediante enunciados, que são orações, compostas de sujeito e predicado. Na linguagem de São Tomás, portanto, “compor e dividir” significa afirmar ou negar... Continue lendo →
No texto passado, estudamos a hipótese de São Tomás, que diz respeito à relação entre a contingência e o conhecimento de Deus. Como poderíamos imaginar que Deus soubesse de antemão sobre os futuros contingentes, e eles pudessem continuar contingentes? Como... Continue lendo →
Em que medida o fato de que Deus conhece tudo influencia em nossa liberdade? Será que Deus já sabe de antemão todas as decisões que tomaremos, os rumos que nossas ações terão, os acidentes e percalços que acontecerão conosco? Então... Continue lendo →
Quanto é o infinito mais um? Esta é uma velha brincadeira de criança que carrega uma certa intuição verdadeira: por definição, o infinito é aquilo a que sempre se pode acrescentar alguma coisa. Ou retirar alguma coisa. Existe também a... Continue lendo →
No texto anterior, vimos como São Tomás defende veementemente o conhecimento direto de deus sobre as coisas materiais na sua singularidade, afastando-se daqueles que queriam ver oposição entre Deus e a matéria. São Tomás passa a enfrentar, agora, dois debates... Continue lendo →
Há uma posição gnóstica, que reflete uma velha posição filosófica platônica, de que Deus e a matéria são opostos. Deus é bom, a matéria é má; assim, sendo fonte de toda incognoscibilidade, a matéria é obscura, impenetrável, ela é a... Continue lendo →
Deus não é causa do mal, nem direta, nem indiretamente. Isto nos deixa com uma grande questão, que será discutida neste artigo por São Tomás: se Deus conhece todas as coisas em si mesmo, pelo fato de ser causa primeira... Continue lendo →
A pergunta que estamos debatendo aqui é simples: Deus tem algum conhecimento sobre aquilo que não é? A hipótese controvertida inicial é que ele não pode conhecer de modo algum as coisas que não são. Vimos que há muitos sentidos... Continue lendo →
O ser é, o não ser não é. É o velho aforisma de Parmênides, que prendeu toda a escola filosófica eleata na imobilidade de um ser sólido, rígido, imutável e completamente fora de qualquer possibilidade empírica de conhecimento. Por outro... Continue lendo →