Introdução. Ao longo dos últimos textos, vimos que a conduta propriamente humana se identifica pelo fato de ser a busca deliberada de um fim que é identificado pela vontade como um bem, e que a busca deliberada desse fim caracteriza... Continue lendo →
Retomando. Vamos recordar que, no texto anterior, a hipótese inicial nos propunha que o sêmen, ou seja, a semente paterna que fecunda a mãe e dá origem ao novo ser, seria retirado da própria substância essencial do pai, algo como... Continue lendo →
Introdução. Mais uma vez, vamos nos deparar com uma reflexão que tem que ser lida à luz do seu tempo, da ciência do tempo de Tomás - que, como sabemos, ele conhecia e respeitava. À míngua de equipamentos como o... Continue lendo →
De volta para finalizar. De fato, o mistério da nossa identidade, frente ao dinamismo do nosso corpo, intrigou cientistas e filósofos desde há muito. O que somos não permanece imutável, quanto ao conteúdo material, desde que nascemos até o dia... Continue lendo →
De volta. A tendência que tem o ser humano de pensar em si próprio como alguma espécie de “anjo” preso num corpo material que não faz parte de sua identidade substancial é antiga e permanece ainda hoje. Daí a importância... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, diversas opiniões sobre aquilo que ocorre pela alimentação. Lembrando que o interesse de Tomás, aqui, é teológico e filosófico, não simplesmente biológico. Vimos, ali, que Aristóteles fazia a diferença entre a “matéria comum”, que compõe... Continue lendo →
Retomando. Vamos começar, agora, a estudar a resposta sintetizadora de Tomás ao artigo ora em debate. Lembramos que, no texto anterior, examinamos a hipótese polêmica de que aquilo que comemos não se incorpora de verdade em nossa identidade humana, de... Continue lendo →
Introdução. Eis um daqueles debates que nos parecem, hoje, completamente obsoletos, por tudo o que sabemos a mais, em comparação com a ciência do tempo de Tomás. É claro que ele conhecia e respeitava a ciência de seu tempo; mas,... Continue lendo →
O texto aborda a concepção humana como um ato complexo envolvendo o genitor, a genitora e a ação criadora de Deus. Destaca que a alma é criada simultaneamente na concepção, não preexistente. Em defesa da dignidade da vida desde a concepção, refuta argumentos que sugerem a criação das almas em períodos distintos, enfatizando a unidade entre corpo e alma.