Busca

Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

A felicidade dos Santos Anjos, depois de chegarem à presença de Deus, pode aumentar? Primeira parte, questão 62, artigo 9, parte 1 de 2.

Uma vez que ficou estabelecido que os anjos chegam à beatitude final, que é a presença de Deus, após apenas um ato de caridade movido pela graça, parece, então, que a maior parte de sua existência (excetuado este primeiro momento)... Continue lendo →

Os santos anjos podem pecar? Primeira parte, questão 62, artigo 8, parte 2 de 2.

O debate que estamos colocando, aqui, diz respeito à natureza da liberdade naqueles que estão na glória, na presença de Deus. E vimos, na primeira parte deste texto, que a verdadeira liberdade consiste em alcançar o bem. Assim, somente Deus... Continue lendo →

Os santos anjos podem pecar? Primeira parte, questão 62, artigo 8, parte 1 de 2.

Mais uma vez, aqui, discute-se a relação entre a liberdade e a salvação. Discussão fundamental. Se aqueles que estão na presença de Deus não puderem escolher o mal, não puderem fazer o mal, serão eles menos livres do que aqueles... Continue lendo →

Os anjos, ao alcançar a santidade, conservam seu próprio intelecto e sua própria vontade? Primeira parte, questão 62, artigo 7.

Este debate envolve uma pergunta muito interessante, e que é da maior importância para nós, ainda hoje: quando o anjo chega à presença de Deus, ainda mantém a sua própria personalidade, ou é absorvido por Deus e passa a conhecer... Continue lendo →

A graça e a glória que os anjos recebem são sempre iguais, ou variam em função de sua elevação na hierarquia angelical? Primeira parte, questão 62, artigo 6, parte 2 de 2.

Como seria chamado o recinto, nas antigas catedrais, destinado à contemplação dos anjos? Nos textos mais antigos aqui do Blog, tínhamos lembrado a velha analogia que comparava a Suma a uma catedral medieval, e a comparação ainda é boa. De... Continue lendo →

A graça e a glória que os anjos recebem são sempre iguais, ou variam em função de sua elevação na hierarquia angelical? Primeira parte, questão 62, artigo 6, parte 1 de 2.

Nossa mentalidade igualitária contemporânea não parece adequar-se à ideia de que Deus pode criar seres diferentes entre si, que serão tratados desigualmente e participarão desigualmente da sua bem-aventurança. Parece-nos injusto. Gostaríamos de imaginar que Deus fez tudo igualzinho. Mas não... Continue lendo →

Os anjos chegam à bem-aventurança final depois de quantos atos meritórios? Primeira parte, questão 62, artigo 5, parte 2 de 2.

Nós, seres humanos, somos caminhantes. Construímos nossa própria perfeição na caminhada, na qual aprendemos. Este é o sentido de sermos seres materiais, corporais, inseridos na história: caminhar. É por isto que não chegamos logo na glória de Deus. Caminhamos, aprendemos,... Continue lendo →

Os anjos chegam à bem-aventurança final depois de quantos atos meritórios? Primeira parte, questão 62, artigo 5, parte 1 de 2.

Vimos, então, que os anjos recebem a graça santificante assim que criados, e precisam, sob o influxo da graça, merecer a bem-aventurança final, para entrar na glória e ver Deus face a face. No caso dos humanos, a morte marca... Continue lendo →

Os anjos atingem a bem-aventurança final por merecimento? Primeira parte, questão 62, artigo 4, parte 2 de 2.

Deus é feliz. Ele é, na verdade, por natureza, a felicidade perfeita. Esta é uma afirmação que parece surpreendente, numa era que está muito acostumada a conceber Deus como um controlador, ou mesmo como um ditador concebido por homens maus... Continue lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑