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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Será que o Diabo já escolheu imediatamente ser mau, no instante em que foi criado? Primeira parte, questão 63, artigo 5, parte 1 de 2.

Num debate anterior, sobre o processo de salvação dos anjos pela graça, tivemos a impressão de que este processo é quase instantâneo: o anjo é criado, recebe a graça, faz um ato movido pela caridade e subitamente está na glória... Continue lendo →

Será que algum demônio é naturalmente mau? Primeira parte, questão 63, artigo 4.

Mais uma discussão interessante: de onde vem, afinal, a maldade dos demônios? Eles podem ser naturalmente maus, ou seja, ser substancialmente maus, ou tornam-se maus em razão de suas escolhas? A hipótese controvertida, aqui, é a de que (pelo menos)... Continue lendo →

O Diabo quis ser como Deus? Primeira parte, questão 63, artigo 3, parte 2 de 2.

Não há dúvida, diz Tomás, que o diabo pecou por querer ser como Deus. Mas a expressão “ser como Deus” tem dois sentidos, e devem ser muito bem distinguidos. O primeiro sentido de dizer que se quer “ser como Deus”... Continue lendo →

O Diabo quis ser como Deus? Primeira parte, questão 63, artigo 3, parte 1 de 2.

No terceiro capítulo do Livro do Gênesis, logo nos primeiros versículos, a serpente faz uma proposta a Eva, caso ela venha a comer o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal: “sereis como deuses!”. Esta parece, pois,... Continue lendo →

Será que o pecado dos anjos limita-se à arrogância (soberba) e à inveja? Primeira parte, questão 63, artigo 2, parte 2 de 2.

Vimos, no texto anterior, que Tomás inicia sua resposta sintetizadora ensinando que há dois modos pelos quais pode-se dizer que uma criatura se envolve com o pecado: como partícipe ou como autor. Como partícipes, eles de fato podem envolver-se em... Continue lendo →

Será que o pecado dos anjos limita-se à arrogância (soberba) e à inveja? Primeira parte, questão 63, artigo 2, parte 1 de 2.

Vimos, então, no artigo anterior, que os anjos podem pecar. Nunca por ignorância ou erro sobre a natureza, mas, no caso, por desatender à devida ordem no bem, ordem esta que, em última instância, é estabelecida por Deus. Ora, o... Continue lendo →

Os anjos podem pecar? Primeira Parte, questão 63, artigo 1, parte 2 de 2.

Os anjos podem pecar. A possibilidade desta opção radical contra o amor está como que embutida na própria estrutura de uma criação feita no amor, e que por isso envolve a necessidade de que a adesão ao amor seja livre.... Continue lendo →

Os anjos podem pecar? Primeira Parte, questão 63, artigo 1, parte 1 de 2.

Até agora, tínhamos examinado os anjos em sua natureza mesma e em seu caminho para a santidade. Passamos a examinar, agora, o outro lado da moeda: o mau uso da liberdade pelos anjos, que leva ao seu pecado e ao... Continue lendo →

A felicidade dos Santos Anjos, depois de chegarem à presença de Deus, pode aumentar? Primeira parte, questão 62, artigo 9, parte 2 de 2.

Toda vez que alguma coisa é transportada por outra a algum destino, é preciso que este destino seja certo. Não existe viagem para um lugar incerto, como ninguém pode despachar uma carta sem que o endereço seja conhecido e especificado.... Continue lendo →

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