Ano passado, estudando um tema das Equipes de Nossa Senhora (a partir de um livro-tema originalmente escrito na Espanha), encontrei uma referência a uma canção religiosa espanhola feita por um grupo chamado "Hakuna". A canção citada ali se chama "Un... Continue lendo →
Retomando. A ideia de que devemos viver, desde já, como anjos e que as coisas materiais são inferiores e fontes de infelicidade tem um nome: gnosticismo. Anjos são criaturas. Elevadíssimas, admiráveis, mas criaturas diversas de nós. Não são nem objeto... Continue lendo →
Tem sido muito habitual para mim começar minhas frases ou falas com a frase "eu, por exemplo". Fiz isso muitas vezes, sem refletir exatamente no que estava dizendo. Mas eis que houve uma situação em que eu tentava dar uma... Continue lendo →
Introdução. Não podemos conhecer diretamente os anjos e as coisas angelicais - nas quais incluímos, também, as coisas demoníacas. Mas não há dúvida de que temos grande curiosidade por elas. Essa curiosidade se manifesta, em todos os tempos, por uma... Continue lendo →
Retomando para concluir. Ser mais estudado, ser um grande cientista, ter conhecimentos científicos, filosóficos, até teológicos, é certamente algo bem, dizíamos no último texto. Mas não é isto que constitui nossa felicidade. Conhecemos tantos grandes cientistas infelizes, conhecemos tantas pessoas... Continue lendo →
Retomando. Estudar, obter graus acadêmicos, tornar-se um grande cientista, um sociólogo ou jurista, talvez um doutor em medicina, tudo isso ainda é bem atraente em nossos dias - tanto quanto nos dias de Tomás - e é muito bom (desde... Continue lendo →
Introdução. Se a felicidade não está essencialmente no intelecto prático, que calcula e planeja - embora ele se relacione com a felicidade na medida que permite construir-nos como pessoas melhores - ele deve ter relação direta com aquela função da... Continue lendo →
Retomando. A razão prática nos habilita a fazer duas coisas - transformar o mundo à nossa volta, naquele trabalho que os antigos chamavam de poiesis, e transformar a nós mesmos, aperfeiçoando-nos, naquela atividade que os antigos chamavam de praxis. Assim,... Continue lendo →
Introdução. A felicidade é a razão fundamental pela qual nos movemos, pela qual fazemos o que devemos fazer. A questão é que utilitaristas e hedonistas não compreendem bem essa verdade fundamental, e creem - e defendem - que, no fundo,... Continue lendo →