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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

O intelecto agente faz parte da alma? Primeira parte, questão 79, artigo 4, parte 3 de 3.

1. Breve retomada. Depois da magistral aula que Tomás nos deu na sua resposta sintetizadora, estabelecendo a razoabilidade, na verdade a necessidade mesmo, de pleitear a individualidade do intelecto agente no processo de aprendizagem, veremos agora suas respostas aos argumentos... Continue lendo →

O intelecto agente faz parte da alma? Primeira parte, questão 79, artigo 4, parte 2 de 3.

1. Retomando. A discussão em curso é importantíssima; diz respeito à própria capacidade humana de conhecer, por si mesmo, aquilo que há de inteligibilidade no mundo. De fato, se é Deus que infunde em nós o conhecimento, ou se há... Continue lendo →

O intelecto agente faz parte da alma? Primeira parte, questão 79, artigo 4, parte 1 de 3.

1. Introdução. Há uma questão, aqui, que ultrapassa o plano do trivial. Na verdade, é uma questão importantíssima nos debates de então. E que deveria continuar a ser importantíssima para nós. Se, de fato, há uma estrutura que nos permite... Continue lendo →

Mas há, em nós, um intelecto agente? Primeira parte, questão 79, artigo 3, parte 3 de 3.

1. Retomando. Vimos, então, as concepções de Platão e Aristóteles quanto à natureza do conhecimento, e como Tomás habilmente combina as duas para construir uma teoria do conhecimento simples e poderosa, capaz de relacionar na liberdade as mentes em torno... Continue lendo →

Mas há, em nós, um intelecto agente? Primeira parte, questão 79, artigo 3, parte 2 de 3.

1. Retomando. Este artigo penetra, cirurgicamente, o mistério da nossa inteligência, e toca num debate que caracterizou toda a antiguidade e a escolástica: o ato humano de conhecer. Esta capacidade de abstrair e assimilar as formas ou ideias, naquilo que... Continue lendo →

Feliz Semana Santa!

meus queridos leitores, peço licença das nossas leituras de Tomás para compartilhar uma pequena meditação sobre a Semana Santa, que agora se inicia. Um pouco de filosofia, um pouco de história, mas não posso evitar incluir algo de mistérico. Ou... Continue lendo →

Mas há, em nós, um intelecto agente? Primeira parte, questão 79, artigo 3, parte 1 de 3.

1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →

A inteligência é uma capacidade passiva? Primeira parte, questão 79, artigo 2, parte 2 de 2.

1. Retomando. Vimos, no texto anterior, que há três sentidos para a noção de passividade, no sentido de ser objeto da ação de outro, ou de sofrê-la. O primeiro sentido, próprio, que é aquele em que um aspecto natural do... Continue lendo →

A inteligência é uma capacidade passiva? Primeira parte, questão 79, artigo 2, parte 1 de 2.

1. Introdução. Passeando na rua estes dias, vi um anúncio que dizia: “Escola tal. Aqui o pensamento do seu filho constrói o mundo!” E pensei: como estamos longe do pensamento de Tomás! Nos tempos dele, se alguém construiu o mundo... Continue lendo →

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