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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

O destino é imutável? Primeira parte, questão 116, artigo 3, parte 1 de 2.

Introdução. Se o destino é algo fatalisticamente imutável, a oração não parece ser algo razoável: ela não mudará aquilo que, de antemão, é conhecido e inflexivelmente fixado por Deus. Por outro lado, a liberdade humana, a iniciativa livre de agir,... Continue lendo →

Será que o destino está inscrito nas coisas criadas? Primeira parte, questão 116, artigo 2, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. A Providência divina conduz todas as coisas criadas, respeitando suas especificidades e sua consistência causal, ao fim determinado por Deus, valendo-se da própria causalidade secundária das coisas para executar e receber, de modo ordinariamente mediado, os efeitos... Continue lendo →

Será que o destino está inscrito nas coisas criadas? Primeira parte, questão 116, artigo 2, parte 2 de 3.

Introdução. Perguntávamos, no texto anterior, em que medida o plano de Deus, a condução que ele faz da sua criação, está inscrita no próprio ser das coisas, e até que ponto ele se impõe autoritariamente de fora, constrangendo-as a seguir... Continue lendo →

Será que o destino está inscrito nas coisas criadas? Primeira parte, questão 116, artigo 2, parte 1 de 3.

Introdução. Será que os planos de Deus se impõem como se fosse “de fora” às criaturas? Existe verdadeiro conflito entre aquilo que as criaturas são e aquilo que Deus quer para elas? Será que a nossa liberdade se opõe à... Continue lendo →

Será que existe o destino predeterminado? Primeira parte, questão 116, artigo 1, parte 3 de 3.

Retomando para finalizar. A liberdade de Deus, que inclui orientar o universo criado para o seu fim - que é ele mesmo - não concorre nem entra em conflito com a natureza das coisas e a liberdade das criaturas inteligentes,... Continue lendo →

Será que existe o destino predeterminado? Primeira parte, questão 116, artigo 1, parte 2 de 3. 

retomando. Se a história tem um sentido, se o universo tem um gestor, será que isto significa que não existe espaço para o acaso, o fortuito, o coincidente e o casual? E se não houver um grande gestor do universo,... Continue lendo →

Será que existe o destino como algo predeterminado? Primeira parte, questão 116, artigo 1, parte 1 de 3.

Introdução. Na questão anterior, o debate envolvia a ideia de um universo mecanicista, interinamente determinista, de tal modo que, dadas as forças naturais, de ordem física, química ou biológica, por exemplo, nada poderia escapar delas.  O debate aqui é um... Continue lendo →

As forças que regem o universo físico impõem determinismo às criaturas? Primeira parte, questão 115, artigo 6, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Vimos, nos últimos textos, que Tomás já intuía que o universo material não é um simples mecanismo submetido implacavelmente a leis inescapáveis, mas guarda em si uma margem de indeterminação, mesmo quanto às coisas que não são... Continue lendo →

As forças que regem o universo físico impõem determinismo às criaturas? Primeira parte, questão 115, artigo 6, parte 2 de 3.

Retomando. Escapar de um determinismo rígido das forças naturais, eis o desafio de uma filosofia aberta à ciência. De fato, há, no universo, aquilo que se encaminha aos seus próprios fins a partir de forças externas, puramente; mas também há... Continue lendo →

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