Introdução. Eis mais um daqueles debates que parecem muito técnicos, muito distantes da realidade, mas na verdade são fundamentais, porque ajudam a clarear conceitos e entender posturas de vida, e serão fundamentais para fundamentar todo o pensamento ético e vivencial... Continue lendo →
Retomando para concluir. Como vimos no texto anterior, a felicidade decorre da santidade, que permite a visão pessoal de Deus, isto é, estabelece com ele uma relação de presença pessoal eterna e infindável. É impossível que essa relação não seja... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese inicial de que, para a felicidade, seriam mais importantes a alegria e o gozo do prazer a ela inerentes do que a própria visão de Deus que geram em nós esse prazer. Vimos... Continue lendo →
Introdução. Aqui, mais uma vez, tem-se a necessidade de tornar muito clara a diferença da visão tomista sobre o prazer, a alegria, a felicidade e a visão de Deus. Por um lado, temos visões filosóficas como aquelas de cunho kantiano,... Continue lendo →
Retomando para concluir. O prazer é parte inseparável da felicidade. A felicidade não é um caminho para o prazer, como se este último fosse a meta final e a felicidade fosse apenas um meio para sentir prazer. Tampouco podemos dizer... Continue lendo →
Retomando. No último texto, vimos a hipótese problemática inicial de que a felicidade plena, a consumação do ser humano, não envolve o desfrute da alegria, do gozo, do prazer, nem como requisito, nem como elemento, nem como consequência. Vimos os... Continue lendo →
Introdução. Se buscássemos o bem por causa do prazer que ele nos dá, ou seja, se o fim último do ser humano, como querem os utilitaristas e os hedonistas, fosse o prazer, ou ao menos fugir da dor, não seríamos... Continue lendo →
Após identificar a felicidade plena do ser humano no encontro pessoal com Deus, vendo-o face a face, e o caminho dessa felicidade como o estabelecimento de uma amizade com Deus que deve começar ainda aqui, nesta vida, mas que só... Continue lendo →
Retomando para concluir. Pecar não é ser livre. Pecar não é ser feliz. Logo, tudo o que faz realmente feliz não pode ser pecado. Nem o pecado pode ser incluído na liberdade. De fato, pecar é errar o alvo. Mas... Continue lendo →