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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Primeira parte – questão 13 – artigo 2 — se alguma palavra é atribuída a Deus substancialmente. (2 de 2)

No texto anterior, nós acompanhamos o debate proposto por São Tomás sobre a possibilidade de utilizar palavras para descrever positivamente a substância de Deus. E vimos que ele defende que a chamada “via da excelência “, ou via eminentiae, é... Continue lendo →

Primeira parte – questão 13 – artigo 2 — se alguma palavra é atribuída a Deus substancialmente. (1 de 2)

Como vimos nos últimos textos, a atribuição de substantivos a Deus, ou seja, de nomes que designam substância (como São Tomás denomina esta categoria gramatical) pode dar-se por três vias: 1) Ou se trata de um nome que se refere... Continue lendo →

Primeira parte – questão 13 – Artigo 1 — Se é possível falar de Deus validamente. (3 de 3)

Discutimos, nos textos anteriores, a hipótese objetora inicial, os argumentos que a suportavam, o argumento sed contra e a resposta sintetizadora de São Tomás. São Tomás passará, agora, a responder aos argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento é o que... Continue lendo →

Primeira parte – questão 13 – Artigo 1 — Se é possível falar de Deus validamente. (2 de 3)

Defender a possibilidade de ter uma noção de que há algum fundamento absoluto para a realidade, a quem todos os povos, em todos os tempos, chamaram “Deus”, mesmo sem conhecê-lo adequadamente, é defender que há um assunto em comum que... Continue lendo →

Primeira parte – questão 13 – Artigo 1 — Se é possível falar de Deus validamente. (1 de 3)

“Aquilo que não se pode falar, deve-se calar”. É assim que termina o famoso “Tractatus Logico-Philosophicus” de Wittgenstein; é um veto à linguagem religiosa, ou mais especificamente, a qualquer pretensão científica de discursos teológicos. E um veto forte: segundo ele,... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – Falar sobre Deus. Preâmbulo.

Depois de discutir, numa longa questão com 13 artigos, o problema do conhecimento de Deus, São Tomás nos introduz agora num problema linguístico: como podemos falar das coisas que conhecemos sobre Deus? Esta relação entre o que falamos e o... Continue lendo →

Primeira Parte – Questão 12 – Artigo 13 – Se pela graça alcançamos um conhecimento de Deus mais elevado do que aquele alcançado pela razão natural. (2 de 2)

Após aquelas breves palavras introdutórias sobre a matéria e sua relevância, passamos agora ao exame do texto deste artigo 13. Bom, já estudamos no artigo anterior qual o limite do conhecimento natural humano, quanto a Deus. A pergunta, aqui, agora,... Continue lendo →

Primeira Parte – Questão 12 – Artigo 13 – Se pela graça alcançamos um conhecimento de Deus mais elevado do que aquele alcançado pela razão natural. (1 de 2)

Que o ser humano é capaz de chegar, pela razão natural, à noção de que há um Deus, isto ficou bem estabelecido no artigo anterior a este, que estudamos em dois textos. Este é um fato que parece comprovado pela... Continue lendo →

Primeira parte – questão 12 – artigo 12 – Se Deus pode ser conhecido pela razão natural. (2 de 2)

No texto anterior, vimos a hipótese adversa, que afirma que não é possível nenhum conhecimento de Deus pela razão natural. E vimos os argumentos, basicamente filosóficos, em favor da hipótese. Agora São Tomás passa a responder, sintetizando. E inicia concedendo... Continue lendo →

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