Busca

Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Primeira parte – Questão 13 – artigo 7 – Se quando atribuímos palavras a Deus a partir da sua relação com as criaturas, tais palavras trazem em si a noção de temporalidade. (3 de 3)

Vimos, no texto anterior, como São Tomás identifica três tipos de relações, a partir da análise dos termos ou extremos da própria relação, além da natureza do próprio vínculo. Vimos como esta questão é importante, uma vez que nossa forma... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 7 – Se quando atribuímos palavras a Deus a partir da sua relação com as criaturas, tais palavras trazem em si a noção de temporalidade. (2 de 3)

Como falar de Deus, eterno e imutável, a partir da sua relação com a sua criação, que se caracteriza pela contingência, pela mudança, pela temporalidade? Vimos nos argumentos objetores iniciais seis posições que negam que seja possível atribuir a Deus... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 7 – Se quando atribuímos palavras a Deus a partir da sua relação com as criaturas, tais palavras trazem em si a noção de temporalidade. (1 de 3)

Como poderíamos falar de uma relação em que de um lado há Deus, eterno, imutável e perfeito, e do outro estão suas criaturas? Este artigo trata disto, e é uma aula muito profunda sobre a categoria das relações, como compreendida... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 6 – Se as nossas palavras aplicam-se às criaturas primeiro que a Deus.

Nos últimos textos, nós vimos como as palavras humanas podem ser usadas para falar de Deus, e em especial como podemos expressar, com várias palavras que não são sinônimas entre si, toda a riqueza que em Deus se apresenta como... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 5 – Se quando atribuímos as mesmas palavras para Deus e para as criaturas, elas são atribuídas univocamente. (3 de 3)

No primeiro texto sobre este artigo, fomos introduzidos no debate sobre o uso das mesmas palavras para as criaturas e para Deus, sob a hipótese inicial de que este uso era unívoco. Três argumentos objetores foram aduzidos em favor da... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 5 – Se quando atribuímos as mesmas palavras para Deus e para as criaturas, elas são atribuídas univocamente. (2 de 3)

No texto anterior, começamos a conversa sobre a univocidade e a equivocidade nas palavras que usamos para Deus e para as criaturas. Devemos sempre lembrar que, de acordo com o artigo 1 desta questão, na qual São Tomás cita a... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 5 – Se quando atribuímos as mesmas palavras para Deus e para as criaturas, elas são atribuídas univocamente. (1 de 3)

Nesta parte da nossa visita a esta catedral literária maravilhosa que é a Suma Teológica, chegamos num lugar interessantíssimo: um quadro de chaves. Encontramos aqui uma chave-mestra desta construção tão bela: esta chave se chama “analogia”. Mas não coloquemos os... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 13 – artigo 4 – Se as palavras que usamos para falar de Deus são simplesmente sinônimas entre si.

Se Deus é a própria simplicidade, como já vimos na questão 3, e se nele todas as perfeições são iguais à sua essência, como vimos na questão 4, como pode ser que as nossas palavras sobre Deus se multipliquem? Se... Continue lendo →

Primeira parte – questão 13 – artigo 3 – Se alguma palavra humana pode ser atribuída a Deus de modo próprio.

A ideia de que a nossa linguagem é inadequada para referir-se a Deus poderia nos levar à conclusão de que todo discurso sobre Deus se limita a expressar figuras de linguagem. A linguagem figurativa, poética, literária, seria, portanto, a única... Continue lendo →

Blog no WordPress.com.

Acima ↑