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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Primeira parte – questão 18 – palavras iniciais.

Havendo saído da questão da verdade – e de seu consectário, a questão da falsidade – adentramos agora em outra questão importantíssima: a vida de Deus. É bom lembrar que, segundo o próprio São Tomás, até a questão 13 lidávamos... Continue lendo →

Primeira parte – questão 17 – artigo 4 – se o verdadeiro e o falso são contrários.

A discussão aqui estabelece-se sobre a categoria que melhor descreveria a relação entre o verdadeiro e o falso. Este artigo talvez seja um daqueles muito difíceis para um leigo, e talvez um dos mais distantes da forma contemporânea de pensar.... Continue lendo →

Primeira parte – questão 17 – artigo 3 – Se a falsidade está no intelecto.

Se a verdade é propriamente uma realidade intelectual, que se funda num diálogo entre a inteligência divina e a inteligência humana por meio das coisas criadas com sabedoria, então é essencial examinar a questão do falso no intelecto. Se a... Continue lendo →

Primeira parte – questão 17 – artigo 2 – Se existe falsidade nos sentidos. (2 de 2)

Como vimos no texto anterior, o debate aqui gira em torno da falsidade tal como pode se apresentar nos sentidos. A hipótese controvertida, que São Tomás propõe para abrir o debate, é a de que a falsidade nunca se apresenta... Continue lendo →

Primeira parte – questão 17 – artigo 2 – Se existe falsidade nos sentidos. (1 de 2)

Podemos confiar em nossos sentidos? Em que medida? Esta é uma questão fundamental na filosofia, desde os temos pré-socráticos. E continua sendo importante hoje, porque o debate entre empiristas e racionalistas prossegue nos dias atuais. Ademais, há diversas pesquisas, em... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 17 – artigo 1 – Se há falsidade nas próprias coisas. (2 de 2)

No texto anterior, debatíamos, com Tomás de Aquino, sobre o sentido da presença do falso nas próprias coisas. Como havíamos aprendido na questão anterior, o lugar próprio da verdade é o intelecto; mas há um sentido analógico, como vimos no... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 17 – artigo 1 – se há falsidade nas próprias coisas. (1 de 2)

Na questão 16, discutimos longamente sobre a posição filosófica da verdade no pensamento de Tomás de Aquino: a verdade está propriamente numa mente, em relação com as coisas. E os enunciados são verdadeiros ou falsos na medida que refletem a... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 17 – A falsidade – Prólogo.

Depois de ter discutido longamente a questão da verdade, e ter estabelecido que a verdade, como transcendental do ser, deve ser compreendida sempre como um conceito analógico, relacional, que tem seu lugar próprio na inteligência (de maneira absoluta, na inteligência... Continue lendo →

Primeira parte – Questão 16 – Art. 8 — Se a verdade é imutável. (2 de 2)

O presente artigo quer debater a questão da imutabilidade da verdade. Esta é uma questão importantíssima, e que muitas vezes não se põe para nós, hoje, porque já não fazemos a verdade depender em nenhum grau da mente de Deus,... Continue lendo →

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