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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

Autor

Paulo Vasconcelos Jacobina

Jurista, leigo católico, doutorando em Família na Sociedade Contemporânea pela UCSal, mestre em direito econômico pela UFBa, especialista em direito sanitário pela UnB/Fiocruz, especialista em Família na Sociedade Contemporânea pela Fateo/DF, licenciado em filosofia, bacharel em direito e em teologia. Autor de "Direito Penal da Loucura" (ESMPU), "Cartas a Probo" (Ed. Comdeus), "Estado Laico, Povo Religioso" (Ed. LTr), "A Publicidade no Direito do Consumidor" (Ed. Forense) e algumas colaborações em obras coletivas, como "Bioética e Gestão em Saúde" (Ed. Intersaberes).

Então “Verbo” é o nome próprio da Segunda Pessoa da Trindade? (Primeira parte, questão 34, artigo 2)

Vimos, então, no último artigo, ao longo de três textos, o exato sentido pelo qual podemos dizer que o termo verbo (ou palavra, ou logos) pode ser usado em sentido pessoal, quando se refere a deus. Agora, vamos um passo... Continue lendo →

Será que a palavra “Verbo”, em Deus, designa uma Pessoa? (primeira parte, questão 34, artigo 1, parte 3 de 3)

Vimos, então, quais os sentidos próprios e o sentido metafórico do termo "verbo" (ou palavra, ou Logos), e em que sentido ele pode referir-se a Deus, neste proceder que vai do que conhece para a conceptualização do conhecido, como conceito... Continue lendo →

Será que a palavra “Verbo”, em Deus, designa uma Pessoa? (primeira parte, questão 34, artigo 1, parte 2 de 3)

São Tomás passa, agora, a dar a sua resposta sintetizadora ao debate colocado. Aqui, ele estabelece os conceitos para explicar os problemas colocados, e esclarece o que devemos entender quando falamos do verbo de Deus. Curiosamente, ainda temos resquícios, na... Continue lendo →

Será que a palavra “Verbo”, em Deus, designa uma Pessoa? (primeira parte, questão 34, artigo 1, parte 1 de 3)

Esta questão envolve obscuras (para nós) teorias do conhecimento aristotélico-tomistas, e por isto parece um tanto enigmático. Não deveria ser assim; não cansa lembrar que São Tomás escreveu a sua Suma Teológica para iniciantes. Por isto, não deveria nos assustar.... Continue lendo →

Pode-se chamar propriamente o Pai de “ingênito”? (Primeira parte, questão 33, artigo 4, parte 3 de 3)

Nas respostas aos argumentos objetores iniciais, teremos a oportunidade de aprofundar a noção de ingênito, purificando-a de equívocos e desvios, para compreender mais profundamente em que sentido podemos dizer que o Pai é origem da Trindade. A primeira objeção afirma... Continue lendo →

Pode-se chamar propriamente o Pai de “ingênito”? (Primeira parte, questão 33, artigo 4, parte 2 de 3)

No texto anterior, estudamos a hipótese controvertida de que não se poderia dizer que a palavra "ingênito" descreve uma característica própria do Pai. E vimos os cinco argumentos objetores no sentido desta hipótese e o argumento sed contra. Agora estudaremos... Continue lendo →

Pode-se chamar propriamente o Pai de “ingênito”? (Primeira parte, questão 33, artigo 4, parte 1 de 3)

Temos conversado muito até aqui sobre a questão da geração. De fato, a geração nos remete à pessoa do Filho, que, como diz o Credo niceno-constantinopolitano, é "gerado, não criado". Mas se é próprio do Filho ser gerado, então o... Continue lendo →

Quando atribuimos a Deus o nome de pai, estamos nos referindo mais propriamente a Trindade em sua unidade essencial, ou à primeira Pessoa da Trindade (primeira parte, questão 33, Artigo 3, parte 2 de 2)

Vimos então, no texto anterior, a hipótese controvertida de que "Pai" é um nome mais próprio da Trindade em sua unidade do que à pessoa trinitária do Pai, e os argumentos objetores no sentido desta hipótese. Agora acompanharemos a resposta... Continue lendo →

Quando atribuímos a Deus o nome de “Pai”, estamos nos referindo mais propriamente à Trindade em sua unidade essencial, ou à primeira pessoa da Trindade? (Primeira Parte, Questão 33, artigo 3, parte 1 de 2)

Já vimos, no debate anterior, que a palavra “Pai” pode ser propriamente atribuída a Deus. A pergunta, agora, envolve saber se ela pode ser mais propriamente atribuída a Deus em sua essência unitária ou à primeira pessoa da Trindade. A... Continue lendo →

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