Posto o debate no texto anterior, São Tomás vai passar a oferecer a sua resposta sintetizadora. E ele inicia dizendo que a razão do debate está na ambiguidade da proposição “o Pai e o Filho amam-se pelo Espírito Santo”. Se... Continue lendo →
Vimos, então, no debate do artigo anterior, em qual sentido poderíamos dizer que o Espírito Santo tem como nome próprio o Amor. Ele não é a aptidão divina de amar, ou seja, ele não é a própria vontade de Deus,... Continue lendo →
Havendo dado sua resposta sintetizadora, São Tomás passa, agora, a responder aos argumentos objetores iniciais. É preciso, pois, ter em mente que ele não refuta pura e simplesmente estas objeções – como em geral não faz. Após sua resposta, ele... Continue lendo →
Vimos, então, no texto anterior, que a hipótese controvertida, proposta para iniciar o debate, é a de que não poderíamos chamar o Espírito Santo de Amor, como se fosse um nome próprio dele. Para isto, seria necessário que “amor” fosse... Continue lendo →
Este é um belo debate: será que Amor é o nome do Espírito Santo? Debate importantíssimo, porque, se Deus é amor (1 Jo 4, 8), seria difícil de entender que o Amor fosse apenas uma das Pessoas, e não houvesse... Continue lendo →
Hora de estudar, então, as respostas específicas de São Tomás aos (muitos) argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento objetor nega que o Espírito Santo proceda da natureza comum do Pai e do Filho, já que ele também é participante da... Continue lendo →
Vimos, no artigo anterior, colocar-se o debate sobre em que sentido podemos dizer que o Espírito Santo procede do Pai pelo Filho. A hipótese controvertida é a de que o Pai e o Filho não são um só princípio do... Continue lendo →
Vimos, no artigo anterior, em que sentido podemos dizer que o Espírito Santo procede do Pai pelo Filho. A questão que se coloca agora é: então ele tem duas origens? Será que ele procede do Pai e do Filho como... Continue lendo →
Já debatemos, no artigo anterior, os motivos pelos quais podemos afirmar que o Espírito Santo procede do Filho. A questão agora é discutir como isto se dá, ou seja, como podemos conceber que ele proceda do Pai e do Filho.... Continue lendo →