Retomando. No último texto, vimos a hipótese problemática inicial de que a felicidade plena, a consumação do ser humano, não envolve o desfrute da alegria, do gozo, do prazer, nem como requisito, nem como elemento, nem como consequência. Vimos os... Continue lendo →
Introdução. Se buscássemos o bem por causa do prazer que ele nos dá, ou seja, se o fim último do ser humano, como querem os utilitaristas e os hedonistas, fosse o prazer, ou ao menos fugir da dor, não seríamos... Continue lendo →
Após identificar a felicidade plena do ser humano no encontro pessoal com Deus, vendo-o face a face, e o caminho dessa felicidade como o estabelecimento de uma amizade com Deus que deve começar ainda aqui, nesta vida, mas que só... Continue lendo →
Retomando para concluir. Pecar não é ser livre. Pecar não é ser feliz. Logo, tudo o que faz realmente feliz não pode ser pecado. Nem o pecado pode ser incluído na liberdade. De fato, pecar é errar o alvo. Mas... Continue lendo →
Retomando. Será que somos capazes de uma relação pessoal com deus, vendo-o assim como ele é e conhecendo-o na presença de sua própria essência? Será que esta é a nossa plenitude, que nos fará realizados e felizes? Vimos, no texto... Continue lendo →
Introdução. Chegamos finalmente ao centro do debate. Agora descobriremos, sem arrodeios, em que consiste a felicidade plena do ser humano, seu objetivo final, que o tornará completa e estavelmente feliz de modo permanente. É claro que nosso coração é um... Continue lendo →
Retomando para concluir. Todas as civilizações desenvolveram algum tipo de noção de que há mais forças inteligentes atuando no universo do que aquelas que podemos ver. Como sabemos, para os antigos, o sinal da inteligência estava exatamente na regularidade e... Continue lendo →
Ano passado, estudando um tema das Equipes de Nossa Senhora (a partir de um livro-tema originalmente escrito na Espanha), encontrei uma referência a uma canção religiosa espanhola feita por um grupo chamado "Hakuna". A canção citada ali se chama "Un... Continue lendo →
Retomando. A ideia de que devemos viver, desde já, como anjos e que as coisas materiais são inferiores e fontes de infelicidade tem um nome: gnosticismo. Anjos são criaturas. Elevadíssimas, admiráveis, mas criaturas diversas de nós. Não são nem objeto... Continue lendo →