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Ler a Suma Teológica

Um leigo lê a Suma Teológica num debate livre com São Tomás de Aquino.

mês

dezembro 2024

Será que um ser humano pode ensinar a outro ser humano? Primeira parte, questão 117, artigo 1, parte 4 de 4.

Retomando para concluir. Bela visão a de Tomás, quanto ao processo pedagógico, isto é, aquele processo pelo qual o mestre, tendo uma visão mais ampla e um método mais afinado do que o do aprendiz, é realmente capaz de levá-lo... Continue lendo →

Será que um ser humano pode ensinar a outro ser humano? Primeira parte, questão 117, artigo 1, parte 3 de 4.

Retomando mais uma vez. Terminamos o texto anterior com o exame do processo pedagógico no pensamento de São Tomás, assim como exposto neste artigo da Suma. Ali, Tomás, após definir a aprendizagem como a passagem da potência (que é a... Continue lendo →

Será que um ser humano pode ensinar a outro ser humano? Primeira parte, questão 117, artigo 1, parte 2 de 4.

Retomando. Imaginar que a possibilidade de ensinar diretamente a um outro ser humano é algo naturalmente impossível, ou que é contrário às Escrituras,  tem um reflexo muito grande na formação e na salvação humanas: por um lado, nega que seja... Continue lendo →

Será que um ser humano pode ensinar a outro ser humano? Primeira parte, questão 117, artigo 1, parte 1 de 4.

Introdução. É incrível a amplitude de assuntos que a Suma enfrenta. Temos aqui, propriamente, uma parte pedagógica do pensamento de Tomás. Trata-se de saber como é possível que alguém transmita conhecimento a outro ser humano. É uma questão muito interessante:... Continue lendo →

Será que todas as criaturas estão completamente sujeitas ao jogo do destino? Primeira parte, questão 116, artigo 4, parte 3 de 3.

Retomando para concluir. Deus age diretamente sobre suas criaturas, quando estabelece amizade com elas. E tão mais diretamente quanto maior for essa amizade. Isto quer dizer que a santidade não é um destino, no sentido de decorrer da ordenação das... Continue lendo →

Será que todas as criaturas estão completamente sujeitas ao jogo do destino? Primeira parte, questão 116, artigo 4, parte 2 de 3.

Retomando. O Papa Francisco, em seu magistério recente, tem ressaltado a importância de entender a heresia pelagiana como algo ainda relevante em nosso tempo, ainda capaz de nos afastar do verdadeiro caminho da santidade. Trata-se de imaginar que as forças... Continue lendo →

Será que todas as criaturas estão completamente sujeitas ao jogo do destino? Primeira parte, questão 116, artigo 4, parte 1 de 3.

Introdução. Talvez seja muito fácil conceber o universo como uma grande máquina, como fez Descartes e tantos pensadores modernos, a partir dele. Mas esta não é a melhor metáfora. Deus não é o “grande relojoeiro”, ou o “grande arquiteto”, que... Continue lendo →

O destino é imutável? Primeira parte, questão 116, artigo 3, parte 2 de 2.

Retomando. O destino é algo imutável, porque é o decreto prévio de um Deus onipotente e amoroso que conduz infalivelmente todas as coisas para onde ele quiser; mas ele sabe também que sua criação inclui criaturas livres, e por isso... Continue lendo →

O destino é imutável? Primeira parte, questão 116, artigo 3, parte 1 de 2.

Introdução. Se o destino é algo fatalisticamente imutável, a oração não parece ser algo razoável: ela não mudará aquilo que, de antemão, é conhecido e inflexivelmente fixado por Deus. Por outro lado, a liberdade humana, a iniciativa livre de agir,... Continue lendo →

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