1. De volta para concluir. Vimos, no primeiro texto, a hipótese inicial de que Deus não move diretamente as nossas vontades. Examinamos, ali, os argumentos objetores que tentavam comprovar essa hipótese. Já vimos, no segundo texto, que Deus nos fez... Continue lendo →
1. Retomando. Talvez neste artigo, que trata da relação entre a vontade humana e o governo divino sobre a criação, fique estabelecido não somente o fundamento da teologia moral, mas principalmente o fundamento da ética filosófica. De fato, podemos nos... Continue lendo →
1. Introdução. Eis aqui uma das questões mais interessantes em nossa contemporaneidade: a suposta concorrência entre a liberdade humana e a onipotência divina. Admitindo que Deus é onipotente e pode mover diretamente a nossa vontade, o que ainda restaria ao... Continue lendo →
1. De volta. Não haveria, para nós, criaturas, sequer a possibilidade de aprender e saber se não tivéssemos uma inteligência capaz de participar da inteligência divina (como que participando do seu “sistema operacional”, conforme a metáfora que vimos no último... Continue lendo →
1. Retomando. Nesta nossa era dos computadores, a humanidade descobriu uma característica própria dos sistemas informatizados: há necessidade de um “sistema operacional”, para que as máquinas possam receber e executar comandos; Diversos sistemas operacionais, como DOS, Windows, Linux e iOs,... Continue lendo →
1. Introdução. Vamos tratar, aqui, do funcionamento da inteligência humana com relação a Deus. Não se trata, propriamente, de conhecer o próprio Deus, mas de saber se Deus pode fazer surgir na mente humana, diretamente, algum conhecimento, sem que as... Continue lendo →
1. Retomando para fechar. Deus comanda as coisas. E move para a perfeição as coisas materiais, inclusive os seres vivos, naquilo que eles não têm liberdade para se mover sozinhos. Ou seja, naquilo que não envolve a capacidade de reconhecer... Continue lendo →
1. De volta. A importância de reafirmar a bondade da matéria nunca pode ser diminuída. A tendência a nos espiritualizar, a imaginar que a matéria é uma prisão, atinge não somente as religiões de fontes não cristãs, como o espiritismo... Continue lendo →
1. Introdução. Sempre houve uma forte influência “espiritualizante” em todas as religiões, e o cristianismo não esteve isento dela. De fato, é muito fácil imaginar que Deus tenha influência sobre inteligências, sobre espíritos, sobre ideias, mas é mais difícil imaginar... Continue lendo →