1. Introdução. Os anjos não podem ser conhecidos por nós. São inteligências subsistentes, formas puras que pensam em si mesmas. Não podem ser sentidas, experimentadas sensorialmente, senão pelos efeitos que provocam. São capazes de agir no mundo material, e portanto... Continue lendo →
1. De volta. Ver Deus pessoalmente, entrar em relação direta com ele por Jesus, eis a liberdade perfeita e a felicidade plena. Deus é bom em todos os sentidos, não existe nenhum grau de bondade que não esteja nele em... Continue lendo →
1. Retomando. Saber qual é o estado de inocência original do ser humano é saber qual é o bem natural próprio dele, qual é a integridade da sua natureza, tudo o que o ser humano é de verdade. Saber, portanto,... Continue lendo →
1. Introdução. Deus é perfeito. Assim, o ser humano deve ter sido criado sem defeitos, sendo certo que os eventuais pecados, limites, quedas, não decorrem da ação de Deus, mas do mau uso da liberdade humana. Deus nos quis livres,... Continue lendo →
1. De volta. Imagem e semelhança. Nem o pecado pode macular essas características da criação: de participar, ainda que de modo analógico, das perfeições que são propriamente de Deus. Perfeições que chamamos de transcendentais do ser, porque se espalham por... Continue lendo →