Depois de um pouco mais de seis anos trabalhando aqui, chegamos à cifra de mil textos sobre a Suma em nosso pequeno blog. Quase inacreditável que tenhamos chegado tão longe, falando de um livro com mais de oitocentos anos de idade, que é até muito mencionado, mas pouco lido durante tanto tempo.

Estamos na questão 93 da primeira parte da Suma. Depois de seis anos e alguns meses. A Suma tem 512 questões, divididas em três partes. Não chegamos sequer ao final da primeira. É um caminho longo. Tem sido muito enriquecedor para mim… e espero que também para os que eventualmente leem estes textos. Para minha surpresa, temos obtido um bom número de acessos, com cerca de 1500 acessos por mês nos últimos meses. Agradeço a cada um, e queria pedir que marcassem com o sinal de “gostei” ou “não gostei” nos textos, para possibilitar o aumento de sua divulgação. Se quiserem fazer comentários, serão bem-vindos também. A ideia é tornar Tomás de Aquino, e sua profundidade e importância inegáveis, acessível na internet para os nossos contemporâneos.

Quero agradecer do fundo do coração aos que acessam o blog. Temos muitos visitantes aqui do Brasil, e, para minha alegria, visitantes regulares de Moçambique, Angola, e mesmo do Senegal, África do Sul e outros países africanos; visitantes de países asiáticos como Japão, Tailândia e Rússia, além de acessos desde a Austrália e Papua-Nova Guiné. Da Europa temos acessos principalmente desde Portugal e Itália, mas eventualmente também da Inglaterra, Alemanha, Países Baixos, França e outros. Há visitantes regulares da América do Norte, em especial dos Estados Unidos, de onde ocorrem frequentes visitas. Da América Latina temos muitos visitantes também, alguns da Argentina, Colômbia, Chile e Paraguai. Creio que não citei todos os países, porque são muitos. Não os conheço, nem consigo imaginar quem são, mas estão todos em minhas orações. Compartilhamos, ao menos por alguns momentos, o amor a Tomás.

Peço forças a Deus para prosseguir nessa leitura de Tomás. É uma tarefa para muitos anos, e não sabemos, ninguém sabe, até quando estaremos por aqui. Peço, portanto, a Deus forças e entusiasmo para prosseguir, e a vós, irmãos e irmãs, que roguem por mim. Paz de Cristo!