1. Para finalizar. O autoconhecimento é, pois, um processo essencialmente existencial. Somente no caminhar posso me conhecer, perceber meus vícios, minhas qualidades, minhas virtudes e meus defeitos. Percebo-me, naquilo que os filósofos de hoje chamam de “perspectiva da primeira pessoa”:... Continue lendo →
Como conhecemos nossas próprias aptidões e capacidades habituais? Primeira parte, questão 87, artigo 2, parte 2 de 3. 1. Voltando. Os antigos platônicos acreditavam que todos os defeitos morais vinham da ignorância científica, ou seja, do desconhecimento das ideias universais... Continue lendo →
1. Introdução. A noção de hábito, importantíssima para compreender o pensamento de Tomás, é uma das noções que foi profundamente alterada, ou mesmo perdida, para nós, hoje. De fato, para nós, hoje, quando falamos de hábitos falamos de condutas automatizadas,... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, no texto anterior, o final da resposta de Tomás quanto ao problema do autoconhecimento, e é impressionante o modo pelo qual Tomás explica a relação entre a nossa corporeidade e nossa espiritualidade, entre a nossa existência... Continue lendo →
1. De volta. Deus se conhece completamente. Nele, não há diferença entre ser e conhecer: ele é o único que pode dizer: penso, logo existo. Não há diferença entre as duas coisas. Os anjos também podem, de certa forma, dizer... Continue lendo →
1. Retomando. Em grande medida, somos estranhos a nós mesmos. Sempre nos surpreendemos com nossas atitudes, nossas reações em situações inesperadas, nossos pensamentos incontroláveis. Os anjos se conhecem completamente, não há comportamento deles que seja capaz de surpreendê-los. Anjos não... Continue lendo →