1. Retomando. Como nós vimos no texto anterior, Aristóteles nos ensina que nossa inteligência raciocina (ou elabora juízos) de dois modos: ela elabora os juízos especulativos, cujo fim é inteligir aquilo que é apreendido pelos nossos sentidos em contato com... Continue lendo →
1. Introdução. Parece claro, então, que o pensamento, mesmo naquilo que tem de mais puramente intelectual, e portanto espiritual, está ainda bastante ligado à memória e à imaginação, como dimensões da chamada “alma sensorial” ou potências relacionadas aos sentidos corporais;... Continue lendo →
1. Retomando. Este assunto relativo à aprendizagem intelectual e à relação entre nosso corpo e nossa alma, quanto à nossa inteligência, é, ao mesmo tempo, sedutor e complexo. Temos a tendência a conceber nossa inteligência como desencarnada, angelical, abstrata, mas,... Continue lendo →
1. Retomando. Somos corporais. Nosso corpo não é prisão da alma, nem castigo, nem um acidente que se une a uma alma que seria completa em si mesma. A nossa alma existe para estruturar um corpo, e nosso corpo para... Continue lendo →
1. Introdução. Nós vimos, quando estudamos os sentidos externos e internos, que temos um sentido comum capaz de formar uma única imagem do objeto que estimulou nossos sentidos, e nossa memória é capaz de reter estas imagens, ou “fantasmas”; ou... Continue lendo →
1. Retomando. Este artigo, tão rico, fundamentou, na verdade, todo o desenvolvimento da ciência ocidental, estabelecendo fortes alicerces para a validade do conhecimento empírico e das ciências experimentais. Examinemos, agora, as respostas de Tomás aos argumentos objetores iniciais. 2. Os... Continue lendo →