Alguém já disse que Deus não é simplesmente bom – ele é a própria bondade subsistente. Se conseguíssemos vislumbrar um ser que fosse a própria bondade, estaríamos vislumbrando Deus. Mas as coisas não são assim tão simples; nós temos uma... Continue lendo →
No texto anterior, discutíamos, com São Tomás, sobre a diferença entre a bondade de Deus e a bondade das criaturas. Vimos os argumentos iniciais, que colocavam as coisas em termos, digamos, de “excesso de otimismo”; não se tratava de negar... Continue lendo →
Que Deus é bom, nós já debatemos. A questão que se põe agora é: quão bom é Deus? Que tipo de atributo é a bondade? É alguma coisa que se soma ao ser de Deus? Ser bom é ter bons... Continue lendo →
No artigo anterior, vimos São Tomás debater de que modo é adequado falar de “bem” com referência a Deus: Deus é chamado de “bom” não simplesmente como uma causa final que, sem provocar ativamente algo em seu efeito, o atrai... Continue lendo →
Diante da hipótese inicial, vista no texto anterior, que questionava em que medida se pode dizer que Deus é bom, São Tomás não hesitará: ser bom é próprio de Deus, convém a Deus de modo excelente. De fato, São Tomás... Continue lendo →
Quão difícil é, para a nossa mentalidade contemporânea, imaginar que as coisas possam desenvolver algum “desejo” de suas próprias perfeições, como São Tomás afirma, para descrever a própria noção de “bem”. Esta noção parece conter em si uma personalização inconveniente... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, a proposta de classificar o bem em útil, honesto e deleitável, trazida por São Tomás, e a sua apresentação da hipótese contrária e seus argumentos. Vimos também o argumento chamado de “sed contra”, que cita Santo... Continue lendo →