Retomando. Precisamos, para acompanhar o pensamento de Santo Tomás, perder nossa visão normativa a respeito da conduta humana. Tomás não está falando normativamente, não está dizendo, aqui, que “devemos” ter apenas um fim último para nossa vontade, ou que ter... Continue lendo →
1. Introdução. Segundo diz Aristóteles na Ética a Nicômaco, há, na alma humana, três tipos de coisas: paixões (ou seja, reações a estímulos exteriores, como a raiva, o amor de possuir, o temor, a reação de fuga, etc.), as potências... Continue lendo →
1. De volta. Vimos, então, a função de governo, como causa eficiente universal, que a vontade tem, em nós, similar àquela que o governante exerce na sociedade: é pela sua coordenação que mantemos a nossa própria unidade existencial. É assim... Continue lendo →
1. Introdução. Falar em vontade é falar em liberdade, mas falar em “querer algo necessariamente” parece ser uma grande contradição. Se a dimensão fundamental da liberdade consiste na capacidade de escolher voluntariamente, como poderíamos admitir que a vontade pudesse inclinar-se... Continue lendo →