1. Voltando para encerrar. Dizíamos, no final do texto anterior, que as criaturas espirituais se movem no amor, e o amor pressupõe vontades livres. Mas é sempre bom lembrar que, se por um lado, o livre arbítrio é um pressuposto... Continue lendo →
Será que os anjos amam, por amor natural, mais a Deus do que a si mesmos? Vimos, no último texto, a hipótese controvertida de que eles não amam a Deus, naturalmente, mais do que a si mesmos. São cinco argumentos... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, na resposta sintetizadora de Tomás, que há duas maneiras pelas quais nos inclinamos a alguma coisa, ou seja, duas maneiras de amar: o amor substancial e o acidental. No amor substancial, percebemos que alguma coisa é... Continue lendo →
Tratamos, nos dois artigos anteriores, do amor natural e do amor de eleição, ou seja, das coisas para as quais os anjos se inclinam por natureza e das coisas para as quais eles escolhem inclinar-se. O debate, agora, é se... Continue lendo →
No último texto, encerramos com o ensinamento de que aquilo que é natural numa criatura é sempre pressuposto em suas operações subsequentes. Assim, Tomá dá o exemplo dos humanos: em nós, a inteligência tem o conhecimento natural dos princípios da... Continue lendo →
Vimos que, nos anjos, existe a inclinação ou amor natural, que atrai a vontade para aquilo que os anjos conhecem naturalmente, pelo conhecimento infuso que Deus colocou em seus espíritos quando foram criados. Ora, além deste amor natural, os santos... Continue lendo →
Deus é amor. É o que nos ensina a Primeira Epístola de João, 4, 8. Se é assim, se amor é o nome mesmo de Deus, deveríamos imaginar que ele deveria ser a característica mais comum, mais profunda, da criação.... Continue lendo →
No último texto, estávamos estudando a relação entre a vontade dos anjos e a sensibilidade, as emoções. Concluímos que os anjos não têm aquilo que chamamos de “apetite concupiscível” e “apetite irascível”, que se relaciona com as inclinações que atingem... Continue lendo →
Vimos, portanto, que os anjos têm vontade, têm-na como uma faculdade distinta do próprio intelecto e da própria natureza, e que têm livre arbítrio. Nosso exame, agora, estende-se até os limites do modo pelo qual os anjos vivenciam sua vontade,... Continue lendo →