Pensar em tudo simultaneamente é uma característica divina. A criaturalidade pressupõe sempre o limite mental. Talvez, curiosamente, hoje, passados oitocentos anos desde que Tomás escreveu a Suma, nosso jeito de pensar é o mais fragmentado possível. Como fica claro da... Continue lendo →
Aqui, neste artigo, aplicam-se as consequências do que foi estudado no artigo passado. Diferentemente do nosso conhecimento natural, que é sempre sucessivo, e, portanto, temporal, o conhecimento que têm os bem-aventurados não tem este limite: não se submete à sucessão.... Continue lendo →