Vimos, nos textos anteriores, que o mal é uma privação de um bem esperado, um não-ser relativo a um bem, que se instala no bem como um parasita, tendo o bem como seu hospedeiro, ou sujeito. Mas, ao apresentar-se assim,... Continue lendo →
No texto anterior, vimos como a unidade como indivisão é fundamental, tanto para compreender a pluralidade, quanto para entender os números. Neste sentido, como transcendental do ser, a matemática passa a ter um lastro ontológico em Deus, indiviso na sua... Continue lendo →
Estamos na velha questão do uno e dos muitos, que vem desafiando a filosofia – e a teologia – desde Parmênides e Platão. Como é possível que haja uma pluralidade de seres? De onde vem tal pluralidade? O que é... Continue lendo →