1. Introdução. A questão aqui não diz mais respeito à razão teorética, científica, que foi tratada no artigo anterior. Agora o que está em questão é a razão prática. Já sabemos que o intelecto das crianças, mesmo que fossem concebidas... Continue lendo →
1. Retomando. Amor e liberdade. O amor pressupõe a liberdade, é aquilo que dá sentido à própria liberdade. De fato, sem a possibilidade de renúncia ao amor, o amor jamais poderia existir, porque não há amor imposto, não há amor... Continue lendo →
1. Introdução. É certo que a dignidade humana está diretamente relacionada à reafirmação da imagem de Deus em cada ser humano como dom. Independentemente, como diz São Paulo na Carta aos Gálatas (3, 28), de sermos homens ou mulheres, judeus... Continue lendo →
1. De volta. Belíssimo debate, que envolve a imagem de Deus em nós. De fato, é uma imagem distante, imperfeita, mas existe. Para nós, pessoas de hoje, acostumados a pensar em termos unívocos, é muito difícil pensar analogicamente, como faziam... Continue lendo →
1. De volta para encerrar. A unidade ontológica do ser humano é um princípio que precisa ser defendido a cada momento. O ser humano não é um “amontoado” de duas coisas; ele não é a união acidental de uma alma... Continue lendo →
1. Retomando. As almas dos mortos não têm nenhuma capacidade natural de provocar fenômenos em nosso mundo; sobreviver é, de fato, uma capacidade natural dessas almas. Mas continuar a se relacionar aqui não é. Assim, dos muitos fenômenos que são... Continue lendo →
1. De volta. A perda da memória pessoal, da possibilidade de recorrer à imaginação formada pelos sentidos, bem como a perda dos próprios sentidos, com a morte, deixa a alma incompleta; já vimos isso. No entanto, ela está desperta e... Continue lendo →
1. Introdução. A ciência, com sua capacidade de dominar a natureza, sempre nos permitiu viver melhor, antecipar necessidades e até catástrofes, de tal modo a minorar dores e promover prosperidade. E isso é muito bom. Mas sempre houve também uma... Continue lendo →