1. Retomando. Criar não é fazer alguma coisa a partir de matéria preexistente. Deus não é, nesse sentido, como um artesão que toma de matéria-prima para moldá-la como algo novo. Deus dá existência, o que significa que ele dá existência... Continue lendo →
1. Introdução. O universo tem uma consistência. Isto quer dizer que as coisas são, de fato, capazes de se relacionar, de causar efeitos, de caminhar para a perfeição e de levar as outras coisas à perfeição. Quando eu levanto a... Continue lendo →
1. Introdução. Deus rege o mundo. E o faz visando o bem universal que é transcendente ao mundo criado porque é Ele mesmo. Deus cuida do bem do universo, e cuida do bem de cada coisa. Isto ficou claro nos... Continue lendo →
1. Introduzindo o assunto. Vimos, então, que há alguém regendo o universo, no artigo primeiro desta questão. Vimos que esta condução se dá em razão de um bem comum universal, que transcende o próprio universo e tudo o que ele... Continue lendo →
1. Voltando para encerrar. Somos criados pelo amor. Isto significa que somos criados para o amor; o amor de Deus, que é o próprio Deus. Por isso, nada do que existe dentro do próprio universo criado pode ser nossa meta,... Continue lendo →
1. Retomando. No texto anterior, começamos a debater a ideia de que o universo, a criação, não foi feita para si mesma. Sua consumação, seu bem final, sua razão de existir, estaria para além dela. Mas, como todos os debates... Continue lendo →
1. Introdução. A pergunta aqui é simples: o universo tem um significado, uma razão, um para que, que transcende seus limites e determina sua própria bondade? Ou seja, a finalidade pela qual o universo existe, aquilo a que ele visa,... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, que na melhor visão filosófica clássica e medieval o mundo não é similar a um relógio, que o relojoeiro monta e que passa a funcionar sozinho, sem finalidade, independentemente da própria existência do relojoeiro. Tampouco é... Continue lendo →