1. Retomando. Muitas vezes não é fácil escrever sobre o tema dos anjos, hoje em dia. Confesso que preciso de muita oração para enfrentar aquilo que me parece, num olhar superficial, apenas preciosismos medievais pouco esclarecidos sobre um mundo invisível... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da hierarquia dos anjos e de sua divisão funcional em ordens ficou bem estabelecida nos textos anteriores. O debate, agora, é sobre as ordens dos anjos, que os reúnem em razão de seus dons e funções.... Continue lendo →
1. Retomando para finalizar. As ordens de anjos existem, têm fundamento na realidade, mas descrevem muito mais a nossa visão sobre a organização deles do que propriamente o modo pelo qual eles se organizam. De fato, há anjos com funções... Continue lendo →
1. Retomando para finalizar. Hierarquia e serviço. Posição na hierarquia do ser implica complexidade interna, constitutiva, ontológica mesmo. Talvez para nós, hoje, seja difícil imaginar uma hierarquia desse tipo, em que algumas coisas são mais perfeitas que outras, porque, para... Continue lendo →
1. Retomando. A comunicação entre as pessoas, como veremos agora, tem sempre duas dimensões: a dimensão da expressão do próprio pensamento, que é a expressão das vontades particulares, por um lado, e a expressão da verdade, que sempre é a... Continue lendo →
1. Retomando. Conversar é algo que, para nós humanos, implica sempre a intermediação física ou, mais especificamente, corpórea. É impossível a um ser humano realizar algum tipo de conversa, de fala, sem a intermediação do corpo. É também a materialidade... Continue lendo →
1. Introdução. Já sabemos que os anjos se diferenciam por seu grau de inteligência e por sua perfeição de amor. Já sabemos, também, que eles recebem de Deus o que sabem, e que não é próprio dos anjos aprender por... Continue lendo →
1. Retomando para fechar. Deus comanda as coisas. E move para a perfeição as coisas materiais, inclusive os seres vivos, naquilo que eles não têm liberdade para se mover sozinhos. Ou seja, naquilo que não envolve a capacidade de reconhecer... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos no artigo anterior que Deus pode, de fato, reduzir as criaturas ao nada. É parte da sua liberdade. Mas a pergunta que se impõe é: será que Deus efetivamente já aniquilou alguma criatura? Esta é uma questão... Continue lendo →