1. Introdução. Caminhamos longamente para estabelecer a noção de imagem, e desde o princípio tratamos da questão da semelhança, como relacionada à imagem. Mas, ao final do nosso percurso, revisitaremos a noção de semelhança, para compará-la com a noção de... Continue lendo →
1. Retomando. Os anjos não investigam o mundo para conhecê-lo. Eles já têm, no intelecto, todas as informações sobre o mundo. Eles não experimentam, apenas se deparam e interagem com as coisas, tendo já a ciência sobre elas. Assim, certamente... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, então, a explicação de Tomás no sentido de que o objeto do intelecto é a busca da verdade, e que é acidental, para ele, que esta verdade seja dirigida à contemplação ou à ação; assim, o fim... Continue lendo →
A vontade de Deus confunde-se com sua essência mesma. Como pode ser isto? Isto significa simplesmente dizer que em Deus há identidade perfeita e total entre o que ele é e o que ele quer. A essência de um ser... Continue lendo →
o texto anterior, colocamos o debate sobre a hipótese de que, para o anjo, pensar é existir. Vimos os dois argumentos objetores iniciais, no sentido desta hipótese, e o argumento sed contra. Começamos, então, a examinar a resposta sintetizadora de... Continue lendo →
O velho problema do dualismo entre o bem e o mal é enfrentado várias vezes na Suma. Já o encontramos na questão 5, quando debatemos o bem em geral, e na questão 6, em que debatemos a bondade de Deus.... Continue lendo →