No último texto, vimos como o amor é o vínculo da unidade; e que, portanto, o amor natural entre dois entes é aquela inclinação que decorre daquele aspecto que os unifica. Vimos o amor entre dois familiares, em razão de... Continue lendo →
Vimos, no último artigo, o amor-próprio do anjo, ou seja, como ele ama a si mesmo. Vimos, no último artigo, que os anjos amam-se a si mesmos com amor natural e com amor eletivo. O debate, agora, é quanto ao... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, na resposta sintetizadora de Tomás, que há duas maneiras pelas quais nos inclinamos a alguma coisa, ou seja, duas maneiras de amar: o amor substancial e o acidental. No amor substancial, percebemos que alguma coisa é... Continue lendo →
Tratamos, nos dois artigos anteriores, do amor natural e do amor de eleição, ou seja, das coisas para as quais os anjos se inclinam por natureza e das coisas para as quais eles escolhem inclinar-se. O debate, agora, é se... Continue lendo →
No último texto, encerramos com o ensinamento de que aquilo que é natural numa criatura é sempre pressuposto em suas operações subsequentes. Assim, Tomá dá o exemplo dos humanos: em nós, a inteligência tem o conhecimento natural dos princípios da... Continue lendo →
Vimos que, nos anjos, existe a inclinação ou amor natural, que atrai a vontade para aquilo que os anjos conhecem naturalmente, pelo conhecimento infuso que Deus colocou em seus espíritos quando foram criados. Ora, além deste amor natural, os santos... Continue lendo →
No último texto, vimos que, para São Tomás, é necessário admitir nos anjos algo que se pode nomear de “amor natural”, ou “dileção natural”, como uma inclinação fundamental da própria natureza angélica em direção ao bem. De fato, todos os... Continue lendo →
No último texto, estávamos estudando a relação entre a vontade dos anjos e a sensibilidade, as emoções. Concluímos que os anjos não têm aquilo que chamamos de “apetite concupiscível” e “apetite irascível”, que se relaciona com as inclinações que atingem... Continue lendo →