1. Palavras de retomada. Vimos, pois, que o presente artigo enfrenta, basicamente, argumentos de origem platônica e dualista, que não conseguem admitir uma relação direta entre uma realidade espiritual como a alma humana, por um lado, e a matéria, do... Continue lendo →
Nesta questão, temos debatido a propósito da pena reservada aos anjos caídos, quer dizer, aos demônios. Vimos que sua vontade fixou-se irremediavelmente no mal, eternamente, e que eles perderam a contemplação de Deus, mas não o primoroso intelecto que possuem... Continue lendo →
Para nós, humanos que estamos ainda caminhando aqui na Terra, parece difícil imaginar uma vontade capaz de tomar decisões plenas, definitivas e irrevogáveis, que sejam capazes de avaliar todas as consequências e circunstâncias e que, portanto, não deem margem a... Continue lendo →
Os anjos podem pecar. A possibilidade desta opção radical contra o amor está como que embutida na própria estrutura de uma criação feita no amor, e que por isso envolve a necessidade de que a adesão ao amor seja livre.... Continue lendo →
Até agora, tínhamos examinado os anjos em sua natureza mesma e em seu caminho para a santidade. Passamos a examinar, agora, o outro lado da moeda: o mau uso da liberdade pelos anjos, que leva ao seu pecado e ao... Continue lendo →