1. Palavras de revisão. Nos dois artigos anteriores, vimos o debate sobre o sexto dia da criação. Examinamos a hipótese controvertida de que o relato deste dia seria inconveniente, e os seis argumentos objetores neste sentido. Examinamos também a resposta... Continue lendo →
1. Retomando o debate. Este primeiro relato de criação, que percorre o primeiro capítulo do Gênesis e se encerra em Gn 2, 4, deve ter sido originado num meio sacerdotal, dizem os estudos bíblicos mais recentes. De fato, a criação... Continue lendo →
1. Retomando. Tomás colocou, no corpo de sua resposta sintetizadora, os elementos para encaminhar o debate. Agora, ele passa a examinar especificamente os argumentos objetores iniciais, respondendo-os com base nos fundamentos colocados na resposta sintetizadora. É uma complementação enriquecedora. Vamos... Continue lendo →
1. Retomando o debate. O debate, aqui, versa sobre a interpretação correta do relato bíblico da criação, quanto ao terceiro dia. Trata-se da narração daquele momento em que Deus ajunta as águas num só lugar, fazendo aparecer o solo seco.... Continue lendo →
1. Palavras introdutórias. Eis um tema interessante; o substantivo “céu” não é unívoco. De fato, designa mais de uma realidade. Tanto falamos em “céu” para denominar a parte da atmosfera que está distante do chão, quanto para designar o espaço... Continue lendo →
O problema de saber se as coisas saíram prontas e finalizadas das mãos de Deus, ou se a criação passou por uma fase de matéria informe, para depois dar origem, sucessivamente, às coisas individuais especificadas, era um problema realmente filosófico... Continue lendo →
Estabelecidos, pois, os princípios para o bom encaminhamento do debate, Tomás passa a revisitar os argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento cita Boécio, que afirmava que “as formas que existem na matéria procedem daquelas formas que subsistem sem matéria”. Ora,... Continue lendo →
Sabemos que todas as coisas mutáveis, ou seja, as coisas materiais, submetem-se a quatro causas: a causa material, isto é, a matéria da qual são formados, a causa eficiente, isto é, aquilo que os confecciona, a causa final, isto é,... Continue lendo →
Vimos, no final do texto passado, a forma com que Tomás rebate um velho argumento de Orígenes, de que as coisas materiais não constavam do plano original da criação de Deus, mas foram criadas para aprisionar os anjos que caíram.... Continue lendo →