No último texto, vimos como o amor é o vínculo da unidade; e que, portanto, o amor natural entre dois entes é aquela inclinação que decorre daquele aspecto que os unifica. Vimos o amor entre dois familiares, em razão de... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, na resposta sintetizadora de Tomás, que há duas maneiras pelas quais nos inclinamos a alguma coisa, ou seja, duas maneiras de amar: o amor substancial e o acidental. No amor substancial, percebemos que alguma coisa é... Continue lendo →
No último texto, encerramos com o ensinamento de que aquilo que é natural numa criatura é sempre pressuposto em suas operações subsequentes. Assim, Tomá dá o exemplo dos humanos: em nós, a inteligência tem o conhecimento natural dos princípios da... Continue lendo →
Vimos que, nos anjos, existe a inclinação ou amor natural, que atrai a vontade para aquilo que os anjos conhecem naturalmente, pelo conhecimento infuso que Deus colocou em seus espíritos quando foram criados. Ora, além deste amor natural, os santos... Continue lendo →