1. Breves palavras introdutórias. O terceiro dia, no relato bíblico da criação, é um longo dia. Além de distinguir os corpos d’água do solo enxuto, Deus cria os vegetais. E é este, exatamente, o centro de debate aqui. Setá que... Continue lendo →
A física dos antigos deparou-se com os mesmos problemas que nos interpelam hoje: no escuro as coisas não são visíveis, mas, havendo luz, tudo se torna reconhecível, inteligível, visível em ato. Mas a própria atmosfera não se torna visível; assim,... Continue lendo →
O debate realizado nos dois artigos anteriores estabelecem que o sentido primeiro do relato bíblico é tratar da luz como realidade material mesmo, já que o sentido espiritual seria um uso extensivo. Ou seja, trouxe-nos para a literalidade da criação... Continue lendo →
Apos estabelecer o debate, que parte fundamentalmente da tentativa de dissociar o início da obra da criação, por um lado, e o início do próprio tempo, por outro, Tomás passa a dar sua própria resposta. O tempo é uma criatura.... Continue lendo →
Vimos, então, que, na sua curta apreciação pessoal, Tomás demonstra todo o respeito pelas especulações teológicas dos santos Padres, que ele tanto admira, mas brevemente reitera sua visão de que o lugar da glória, o céu em que estão os... Continue lendo →
No texto anterior, vimos o debate de ue os anjos seriam algo como demiurgos ou artesãos que, recebendo a matéria-prima criada por Deus, dariam forma às coisas corporais existentes na criação. Deus seria responsável, assim, por tirar a matéria do... Continue lendo →
No modo platônico de ver as coisas, o bem está no topo, acima das coisas materiais. O mundo material, portanto, está bem abaixo do bem, sendo indigno deste bem absoluto. Há, assim, a necessidade de pleitear a existência de criadores... Continue lendo →