Voltando ao tema. Vimos, então, no último texto, a posição de três grandes pensadores (Platão, Aristóteles e Averróis) sobre a questão do modo pelo qual nossa mente pode (ou não) conhecer diretamente as chamadas “substâncias separadas”, isto é, aquelas coisas... Continue lendo →
Retomando. Vimos, então, que o debate aqui diz respeito a uma pretensa capacidade da mente humana de apreender, inteligir diretamente, as substâncias imateriais, como as ideias abstratas e universais, os anjos e o próprio Deus. A proposta, colocada como hipótese... Continue lendo →
Mais uma vez estamos numa discussão que é de difícil penetração para nós. Tomás usa uma terminologia que nos é estranha, uma física que nos parece ultrapassada, para falar de um assunto que, hoje em dia, soa completamente desinteressante: o... Continue lendo →
Como se distinguem os indivíduos? De duas maneiras, diz Tomás. A primeira é por serem entes com corpos diferentes. De fato, a porção de matéria que constitui um ente o identifica e individualiza, distinguindo-o de todos os outros entes. Mas... Continue lendo →
Depois de estabelecer, com critérios estritamente teológicos, as razões pelas quais é conveniente e adequado que haja multidões incontáveis de anjos na criação, em razão da manifestação da bondade infinita de Deus naqueles seres que lhe são mais especialmente semelhantes... Continue lendo →