1. Voltando. Vimos, então, nos textos anteriores, como Tomás define os sentidos internos, ou capacidades sensíveis, no número de quatro. O exame das respostas que ele apresenta às objeções iniciais será muito enriquecedor, para detalhar as informações que já tínhamos... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, ao longo de quatro textos estudamos os chamados sentidos externos, os cinco sentidos relacionados aos estímulos exteriores que os interpelam diretamente, os chamados “sensíveis próprios”; a cor para a visão, o som para a audição,... Continue lendo →
Quando meu filho começou a aprender a tocar piano, recebeu do seu professor um livro de partituras simplificadas, feitas por um autor chamado Mário Mascarenhas. Eu notei, à época, que as músicas, muito bonitas, não tinham a sofisticação do arranjo... Continue lendo →
Mais uma vez (e será assim para esta questão 55 toda) precisamos lembrar daquela parábola do compositor, o maestro e a plateia. Deus conhece como o compositor, contemplando em si mesmo a sua obra. Ele não precisa da partitura nem... Continue lendo →
Como é que os anjos conhecem o mundo? No último texto, usei uma analogia do compositor, do maestro e da plateia; o compositor conhece a sinfonia em sua alma mesma. O maestro a conhece pela partitura, antes mesmo de ouvi-la.... Continue lendo →
Aqui, mais uma vez, a discussão de São Tomás sobre a inteligência dos anjos é, acima de tudo, uma discussão profundamente antropológica. De fato, a forma pela qual Tomás retrata a inteligência angelical parece profetizar a forma pela qual, séculos... Continue lendo →