1. Breves palavras introdutórias. É sempre curioso notar que o relato bíblico da criação, quer dizer, este primeiro relato (que estamos estudando) relega a criação do sol e da lua ao quarto dia, quando a luz já fora criada desde... Continue lendo →
Colocados os termos do debate, que, como registramos, é um dos poucos em que Tomás se deixa levar por Aristóteles e aceita uma conclusão que a ciência moderna veio a desmentir, vamos estudar agora a resposta sintetizadora dele. Não sem... Continue lendo →
Estabelecidos, pois, os princípios para o bom encaminhamento do debate, Tomás passa a revisitar os argumentos objetores iniciais. O primeiro argumento cita Boécio, que afirmava que “as formas que existem na matéria procedem daquelas formas que subsistem sem matéria”. Ora,... Continue lendo →
Vimos, no final do texto passado, a forma com que Tomás rebate um velho argumento de Orígenes, de que as coisas materiais não constavam do plano original da criação de Deus, mas foram criadas para aprisionar os anjos que caíram.... Continue lendo →
Estivemos discutindo, no tratado que acabamos de encerrar, a criação dos anjos. Sendo, como são, criaturas essencialmente espirituais, é fácil concebê-las como criaturas de Deus, imateriais, inteligentes, não sujeitas ao tempo e ao espaço, quase divinas em sua natureza. Mas... Continue lendo →