Retomando para concluir. A vontade desvinculada da inteligência leva ao voluntarismo absoluto e à ilusão de que a liberdade está em poder fazer tudo e qualquer coisa; a vontade de poder seria o movimento do ser humano para a liberdade,... Continue lendo →
Retomando. A felicidade é o resultado de uma participação humana naquilo que é próprio de Deus. Podemos dizer que, em nós, a felicidade decorre de uma relação - a relação de conhecimento e amor a Deus. Mas nem tudo aquilo... Continue lendo →
Retomando. Vimos, no texto anterior, a hipótese de que a vontade é aquela capacidade humana em que a felicidade reside de modo próprio, ou seja, a vontade seria o verdadeiro sujeito da felicidade. Vimos cinco argumentos iniciais que tentavam comprovar... Continue lendo →
Introdução. Cada tempo tem seus próprios desvios. No nosso tempo, certamente tendemos a um voluntarismo: felicidade não seria um conhecer, mas um querer, uma vontade que pode desejar tudo, abranger tudo, dominar tudo. Uma vontade em expansão, poderosa, ilimitada. Esta... Continue lendo →
Retomando. Qual a parte das sensações corporais na situação da felicidade? Eis uma questão tormentosa. Se, por um lado, parece ser uma ideia muito difundida aquela de que a felicidade se confunde com o prazer, e este se manifesta como... Continue lendo →
Introdução. Não somos anjos. Somos seres humanos. Isto significa que somos seres essencialmente biológicos, corporais, sensíveis. Dotados de órgãos dos sentidos, capazes de interação biológica com o ambiente. E os estímulos sensoriais, como sabemos, podem ser prazerosos ou desprazerosos. A... Continue lendo →
Retomando para encerrar. A felicidade poderia ser descrita como um dinamismo, em nós, que resulta de uma relação vital com Deus. Essa relação não exclui as outras, mas é o sentido, a orientação, a finalidade pela qual todas as outras... Continue lendo →
Retomando mais uma vez. O que é a felicidade em nós? Há uma grande tentação de dizer que ela é algum tipo de “estado” em que entramos quando contemplamos o Senhor, uma espécie de “nirvana” imóvel e inabalável, ou mesmo... Continue lendo →
Retomando. O debate, aqui, diz respeito à própria vivência da felicidade em nós. Sendo a felicidade algo de que participamos, que tipo de realidade será ela em nós? A hipótese inicial é a de que ela não é uma dinâmica,... Continue lendo →