1. Retomando. Não é fácil, para muitos pensadores, aceitar a realidade do livre arbítrio; a história da ciência moderna tem sido, de certa forma, buscar algum fundamento para o agir humano que o guie e determine, o que tem duas... Continue lendo →
1. Introdução. Livre arbítrio e liberdade não são sinônimos. Na verdade, a liberdade é a capacidade de atingir seu próprio fim, e o fim não é escolhido: é dado e reconhecido. Mas o livre arbítrio é a capacidade de eleger,... Continue lendo →
1. Retomando o tema. Existe alguma ira espiritual? Existe alguma concupiscência espiritual? Será que toda ira e toda concupiscência são paixões sensoriais, ou seja, reações àquilo que nos afeta sensorialmente, com alteração de nossas funções biológicas? Não podemos negar as... Continue lendo →
1. Introdução. A discussão, aqui, diz respeito àquilo que, classicamente, era chamado de “paixões”, ou seja, nosso modo de reagir aos estímulos externos. Vimos que, na nossa esfera sensorial (que compartilhamos com os animais) temos duas potências, que nos levam... Continue lendo →
1. Introdução. Vimos, então, esta relação entre o objeto do intelecto, que é o verdadeiro universal (ou seja, a nossa tendência a conhecer tudo sobre tudo, verdadeiramente), e que nos move como causa final, por um lado, e o objeto... Continue lendo →
1. De volta. Vimos, então, a função de governo, como causa eficiente universal, que a vontade tem, em nós, similar àquela que o governante exerce na sociedade: é pela sua coordenação que mantemos a nossa própria unidade existencial. É assim... Continue lendo →
1. Retomando. Não somos intelectos isolados no mundo, não existimos apenas em função de acumular conhecimentos; somos seres que querem, somos seres que amam. Mas querer e amar pressupõem o saber. Eu só posso querer e amar aquilo que conheço;... Continue lendo →
1. Introdução. Se o intelecto, ordinariamente, é a potência humana mais elevada, e a vontade depende daquele bem que o intelecto conhece e apresenta, para mover-se, então seria de imaginar que o intelecto tem a prioridade sobre a vontade, quer... Continue lendo →
1. Para retomar. O intelecto, em si mesmo, é mais nobre que a vontade, e tem a prioridade em nós. Mas, em razão do seu objeto, a vontade pode vir a se tornar mais nobre que o intelecto, quando seu... Continue lendo →