1. Retomando. O ser humano é um ente composto, de tal modo que, mesmo havendo a sobrevivência de sua alma após a morte, como uma estrutura formal espiritual dotada de inteligência e vontade, ela é uma estrutura incompleta, incapaz de... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no último texto, a complexa explicação de Tomás sobre a relação entre a essência da alma e suas potências; em suma, poderíamos dizer que, uma vez que as potências são acidentes próprios, decorrem diretamente da essência, diferentemente... Continue lendo →
1. Retomando. A correta relação entre o que somos e o que fazemos é um ponto crucial na reta antropologia. Por um lado, a nossa dignidade fundamental não vem do que fazemos, mas do que somos. Ninguém é menos digno... Continue lendo →
1. Retomando. No texto anterior, começávamos a debater esta “ordem intrínseca” nas capacidades ou potências humanas, que é, afinal, o fundamento para que uma ética seja possível. É preciso reconhecer uma ordem interna nas potências da alma? Ou todas as... Continue lendo →
1. Retomando. A questão em debate, aqui, é o critério para distinguir as potências ou capacidades da alma. A hipótese controvertida é a de que não é pelo objeto que distinguimos estas potências, e estudamos, no texto anterior, os quatro... Continue lendo →
1. Introdução. Na narrativa do livro do Gênesis, 3, 5, a serpente, para induzir os primeiros pais ao pecado, promete a eles que, se eles desobedecerem aos limites impostos por Deus, “serão como deuses”. Ora, esta tentação de ser divino,... Continue lendo →
1. Retomando. A importância deste artigo, do debate proposto por Tomás aqui, é enorme, mas pode ficar oculta a nossos olhos pela terminologia que ele usa – que, de resto, é a terminologia acadêmica do tempo dele. Trata-se de verificar... Continue lendo →
1. Introdução. A questão da substancialidade do ser humano é muito grave, talvez mais grave hoje do que no tempo de Tomás. De fato, há uma forte tendência a imaginar que o ser humano não é uma substância, mas apenas... Continue lendo →