1. Introdução. Deus é perfeito. Assim, o ser humano deve ter sido criado sem defeitos, sendo certo que os eventuais pecados, limites, quedas, não decorrem da ação de Deus, mas do mau uso da liberdade humana. Deus nos quis livres,... Continue lendo →
1. Retomando. Ser imagem de Deus. Ser as grandes imagens daquele que é o mais sagrado, o mais elevado, o mais amoroso, ou melhor, o próprio amor. É assim que surgimos, foi assim que fomos criados, é para isso que... Continue lendo →
1. Voltando ao assunto. No final do texto anterior, vimos que, a rigor, o livre arbítrio é um ato da vontade; consiste na escolha que a vontade faz entre duas coisas que nos inclinam; cada uma destas coisas se apresenta... Continue lendo →
1. Introdução. Com dissemos no último texto, a palavra “sensualidade” adquiriu, para nós, uma significação muito sexual; de fato, como certa psicologia contemporânea, que se pretende científica mas é apenas redutiva, quis explicar todos os impulsos humanos como expressões não... Continue lendo →
1. Palavras de revisão. Nos dois artigos anteriores, vimos o debate sobre o sexto dia da criação. Examinamos a hipótese controvertida de que o relato deste dia seria inconveniente, e os seis argumentos objetores neste sentido. Examinamos também a resposta... Continue lendo →