Como seria chamado o recinto, nas antigas catedrais, destinado à contemplação dos anjos? Nos textos mais antigos aqui do Blog, tínhamos lembrado a velha analogia que comparava a Suma a uma catedral medieval, e a comparação ainda é boa. De... Continue lendo →
Vimos, então, que os anjos recebem a graça santificante assim que criados, e precisam, sob o influxo da graça, merecer a bem-aventurança final, para entrar na glória e ver Deus face a face. No caso dos humanos, a morte marca... Continue lendo →
Vimos, no texto anterior, que Tomás nos brinda o exemplo da atuação do calor na geração de seres vivos; por si mesmo, o calor não pode gerar um ser vivo. Seria impossível ao fogo gerar por si mesmo um ser... Continue lendo →
Já vimos, então, que os anjos não nascem já na bem-aventurança final; eles a alcançam depois de criados, embora nasçam num estado de plenitude natural. Ou seja, diferentemente dos seres humanos, que nascem num estado de tabula rasa e precisam... Continue lendo →
Até agora, examinamos os princípios do conhecimento natural dos anjos. Neste artigo, embora inserido na questão sobre o conhecimento que os anjos têm a respeito das coisas materiais, aparentemente trata da coisa mais imaterial possível, a graça de Deus. Mas... Continue lendo →