1. Retomando. Vimos, então, o paradoxo de ser uma criatura material que vive entre coisas materiais, e que portanto vive a sua própria contingência num mundo contingente, sua própria concretude individual num mundo concreto, e a natureza do intelecto como... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →