1. Introdução. A questão, aqui, é interessantíssima, e se relaciona com a responsabilidade do ser humano pela queda. A queda não pode ser imputada a uma ignorância, como não pode ser imputada a um simples engano, uma espécie de estelionato... Continue lendo →
A tentação de imaginar que se pode ver Deus em tudo o que se conhece é muito perigosa; ela pode tender a eliminar a diferença entre a ordem do criador e a ordem da criatura, que, embora permitam analogias, são... Continue lendo →
Introdução. Como sabemos, o debate sobre o conhecimento de Deus, objetivamente falando, foi realizado na questão 12 desta primeira parte da Suma. Ali, chegamos à conclusão de que Deus não pode ser conhecido, isto é, não podemos chegar a estabelecer... Continue lendo →
Retomando. Vimos, então, que o debate aqui diz respeito a uma pretensa capacidade da mente humana de apreender, inteligir diretamente, as substâncias imateriais, como as ideias abstratas e universais, os anjos e o próprio Deus. A proposta, colocada como hipótese... Continue lendo →
1. Introdução. Estamos presos em nossos próprios pensamentos? Será que conhecemos de fato as coisas, ou, ao conhecê-las, no fundo só conhecemos mesmo as ideias que temos sobre elas? Será que nossos conhecimentos são realmente apreensões reais e verdadeiras do... Continue lendo →
1. Retomando. Vimos, no texto passado, como é fácil cair no erro de que nossa inteligência é similar à dos anjos, e na verdade já teria em si, como que gravado, todas as informações sobre aquilo que aprenderá na vida.... Continue lendo →
1. Introdução. Há uma questão, aqui, que ultrapassa o plano do trivial. Na verdade, é uma questão importantíssima nos debates de então. E que deveria continuar a ser importantíssima para nós. Se, de fato, há uma estrutura que nos permite... Continue lendo →
1. Introdução. No artigo anterior, vimos a natureza basicamente passiva do nosso intelecto: nascemos com a inteligência como “folhas em branco”, e é a inteligibilidade intrínseca nas coisas que imprimirá, em nós, aquilo que é o aperfeiçoamento de nossa inteligência.... Continue lendo →
1. Introdução. O ser humano foi definido, desde tempos antigos, como um animal racional. Mas, se a racionalidade é o traço específico do ser humano, de tal modo que determina mesmo sua humanidade, então não teríamos que dizer que a... Continue lendo →